REVISTA DO BRASIL /

Disp.: nº 69 (1921), 76 (1922, c/recorte).

Guardado en:
Detalles Bibliográficos
Otros Autores: Felix, Moacyr
Formato: Publicación periódica
Lenguaje:Portugués
Publicado: São Paulo: Revista do Brasil, 1916.
Materias:
Aporte de:Registro referencial: Solicitar el recurso aquí
LEADER 02346 as a2200241 a 4500
001 8403
003 CEDINCI
005 20200801193821.0
008 081222d19161990br |||||||||||||||||por d
999 |c 92775  |d 92775 
040 |a CED 
041 0 |a *** 
044 |a BRA 
100 |9 228436  |a de Mesquita, Júlio  |e dir.  |d 1862-1927 
245 0 0 |a REVISTA DO BRASIL /   |c Dir.: Júlio de Mesquita. 
260 |a São Paulo:   |b Revista do Brasil,  |c 1916. 
362 |a nº 1 (marzo 1965) - nº 22 (diciembre 1968) 
500 |a Primeira fase A primeira fase de 1916 a 1925 é quando a revista é dirigida pelo próprio Júlio de Mesquita e por Monteiro Lobato que a comprou em 1918; transformado-a em espaço de divulgação de suas obras e de outros autores. Em 1925, Lobato, então com dificuldades financeiras, vendeu a Revista do Brasil para Assis Chateaubriand. Segunda fase Em 1926 a revista entra em uma fase apontada como espaço de discussões entre conservadores e modernistas. A historiadora Tânia Regina de Luca, em seu livro: Leituras, projetos e (re)vista(s) do Brasil[2], aponta que Pandiá Calógeras operava pelo lado conservador já o lado modernista ficava com Prudente de Moraes Neto. Mas em 1927 a revista é encerrada. Terceira fase Em 1938 Chateaubriand reativa a revista para operar como voz contrária ao Estado Novo. Essa fase antivarguista há participação de pensadores e artistas, entre eles: o historiador Otávio Tarquínio de Sousa, Sérgio Buarque de Holanda, Gilberto Freire, Raquel de Queiroz e Mário de Andrade. No entanto, esse espaço cronológico da revista também é visto como elitista e liberal, mas também teve participação de intelectuais progressistas como Astrogildo Pereira. Quarta fase Em 1943 a revista é descontinuada e, em 1944, Assis Chateaubriand a republica com roupagem diferente objetivando fazê-la concorrente da revista Seleções, no entanto o empreendimento não durou um ano. Quinta fase A última é a quinta fase, de 1984 a 1990, período que a revista é comandada por Darcy Ribeiro. Nesta fase o periódico funciona como espaço de ideias político-sociais. 
501 |a Procedencia: Fondo José Ingenieros. 
520 |a Disp.: nº 69 (1921), 76 (1922, c/recorte). 
650 4 |a CATÁLOGO DE REVISTAS CULTURALES INTERNACIONALES  |9 1068 
700 |9 221597  |a Felix, Moacyr 
942 |c REV  |2 z