Gap de gênero na ciência em tempos de COVID-19: um panorama do Brasil.

Fil: Tait Lima, Márcia Maria. Universidade Estadual de Campinas. Departamento Política Científica e Tecnológica; Brasil.

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Tait Lima, Márcia Maria, Buzzo Feltrin, Rebeca, Souza, Gedalva de
Formato: Artículo publishedVersion
Lenguaje:Español
Publicado: 2020
Materias:
Acceso en línea:http://ridaa.unq.edu.ar/handle/20.500.11807/5720
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spelling I47-R153-20.500.11807-57202025-11-03T13:20:10Z Gap de gênero na ciência em tempos de COVID-19: um panorama do Brasil. Brecha de género en la ciencia en tiempos de COVID-19: un panorama de Brasil. Gender gap in science in times of COVID-19: an overview of Brazil. Tait Lima, Márcia Maria Buzzo Feltrin, Rebeca Souza, Gedalva de COVID-19 Mujeres Desigualdad social Investigadores Women Social inequality Researchers Mulheres Desigualdade social Pesquisadores Fil: Tait Lima, Márcia Maria. Universidade Estadual de Campinas. Departamento Política Científica e Tecnológica; Brasil. Fil: Buzzo Feltrin, Rebeca. Universidade Estadual de Campinas. Departamento Política Científica e Tecnológica; Brasil. Fil: Souza, Gedalva de. Universidade Estadual de Campinas. Departamento Política Científica e Tecnológica; Brasil. No Brasil, embora as mulheres sejam maioria nos cursos de pós-graduação, ainda enfrentam dificuldades de se manterem e de ascenderem nas carreiras acadêmicas. O androcentrismo das universidades, o ambiente extremamente competitivo, somado à sobrecarga de trabalhos domésticos e de cuidados tradicionalmente impostos às mulheres, faz com que elas sejam penalizadas nessas carreiras. No período da pandemia de COVID-19, onde as pesquisadoras estão trabalhando remotamente, essas dificuldades ficaram mais evidentes, se traduzindo em diminuição de produção e ampliando as desigualdades de gênero na academia. A proposta do artigo é discutir os desafios enfrentados pelas pesquisadoras em meio à pandemia e as potencialidades, trazidas pela crise, de mudança na lógica de trabalho desigual na academia. Neste sentido, o referencial teórico-metodológico adotado foi ancorado nas abordagens dos estudos feministas sobre as desigualdades de gênero na sociedade e na ciência. Após uma contextualização da desigualdade de gênero no Brasil atual, incluindo o contexto acadêmico, discutiu-se sobre como a reestruturação do trabalho acadêmico em tempos de pandemia tem impactado de forma distinta as pesquisadoras, especialmente aquelas que são mães. O artigo termina com reflexões sobre as potencialidades da crise em promover a ruptura com o paradigma atual, excludente e produtivista, de produção do conhecimento. En Brasil, aunque las mujeres representan la mayoría de los programas de posgrado, aún enfrentan dificultades para mantenerse y progresar en sus carreras académicas. El androcentrismo universitario, el entorno extremadamente competitivo, sumado a la sobrecarga de trabajo doméstico y de cuidados que tradicionalmente recae sobre las mujeres, las penaliza en estas carreras. Durante la pandemia de COVID-19, cuando las investigadoras trabajan a distancia, estas dificultades se han acentuado, lo que ha resultado en una disminución de la productividad y un aumento de las desigualdades de género en el ámbito académico. En este sentido, el marco teórico-metodológico adoptado se basó en los estudios feministas sobre las desigualdades de género en la sociedad y la ciencia. Tras contextualizar la desigualdad de género en el Brasil actual, incluyendo el contexto académico, el artículo analiza cómo la reestructuración del trabajo académico durante la pandemia ha tenido un impacto significativo en las investigadoras, especialmente en las madres. El artículo concluye con reflexiones sobre el potencial de la crisis para promover una ruptura con el actual paradigma excluyente y productivista de la producción de conocimiento. In Brazil, although women make up the majority of graduate programs, they still face difficulties maintaining and advancing in academic careers. The androcentrism of universities, the extremely competitive environment, combined with the overload of domestic and care work traditionally imposed on women, results in their being penalized in these careers. During the COVID-19 pandemic, when female researchers are working remotely, these difficulties have become more evident, resulting in decreased productivity and widening gender inequalities in academia. This article discusses the challenges faced by female researchers amid the pandemic and the potential, brought about by the crisis, for changing the logic of unequal work in academia. In this sense, the theoretical-methodological framework adopted was anchored in feminist studies on gender inequalities in society and science. After contextualizing gender inequality in Brazil today, including the academic context, the article discusses how the restructuring of academic work during the pandemic has had a distinct impact on female researchers, especially those who are mothers. The article concludes with reflections on the potential of the crisis to promote a break with the current exclusionary and productivist paradigm of knowledge production. 2020-12 info:eu-repo/semantics/article info:ar-repo/semantics/artículo info:eu-repo/semantics/publishedVersion http://ridaa.unq.edu.ar/handle/20.500.11807/5720 spa info:eu-repo/semantics/openAccess https://creativecommons.org/licenses/by-nd/2.5/ar/ application/pdf Redes ISSN 1851-7072 ( en línea)