<i>Afrodite parthénos</i> e outras questões textuais em Quéreas e Calírroe, de Cáriton

A história da transmissão do romance Quéreas e Calírroe, de Cáriton de Afrodisias, preservado em apenas um manuscrito (e alguns poucos papiros), é acidentada. Apesar das boas edições dos últimos anos (Blake 1938, Goold 1995, Reardon 2004), alguns problemas textuais continuam a assombrar leitores e,...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Da Silva Duarte, Adriane
Formato: Objeto de conferencia Resumen
Lenguaje:Español
Publicado: 2015
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/55539
http://coloquiointernacionalceh.fahce.unlp.edu.ar/conferencias/Adriane%20da%20Silva%20Duarte.pdf
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Descripción
Sumario:A história da transmissão do romance Quéreas e Calírroe, de Cáriton de Afrodisias, preservado em apenas um manuscrito (e alguns poucos papiros), é acidentada. Apesar das boas edições dos últimos anos (Blake 1938, Goold 1995, Reardon 2004), alguns problemas textuais continuam a assombrar leitores e, sobretudo, tradutores da obra, que não se podem furtar de questionar os limites do texto com o objetivo de proporcionar uma leitura fluente e o mais acurada possível da obra antiga. Levando isso em conta, minha proposta é examinar duas passagens localizadas no início do romance (Quéreas e Calírroe, I 1.2.7 e I 1.5.21). No primeiro caso, trata-se de um termo que está no manuscrito, mas cuja supressão é aconselhada pelos últimos editores do romance; no segundo, de uma lacuna, cuja suplementação tem sido motivo de discordância filológica. Examinadas em conjunto, essas passagens iluminam-se mutuamente e lançam luz igualmente sobre a obra em que se inserem.