A desoficialização do ensino no Brasil: a Reforma Rivadávia

Esse texto pretende trazer à tona um momento bastante diferenciado de nossas reformas educacionais. Trata-se da Reforma Rivadávia, entre os anos de 1911-1915, levada a termo pelo Governo Federal. Por meio dela, o governo do presidente Hermes da Fonseca, tendo como seu ministro da Justiça o jurista R...

Descripción completa

Guardado en:
Detalles Bibliográficos
Autor principal: Carlos Roberto Jamil Cury
Formato: Artículo científico
Publicado: Centro de Estudos Educação e Sociedade 2009
Materias:
Acceso en línea:http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=87313700005
http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-004&d=87313700005oai
Aporte de:
id I16-R122-87313700005oai
record_format dspace
institution Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales
institution_str I-16
repository_str R-122
collection Red de Bibliotecas Virtuales de Ciencias Sociales (CLACSO)
topic Educación
Oficialização e desoficialização
Reforma de ensino no Brasil
Educação pública e privada
spellingShingle Educación
Oficialização e desoficialização
Reforma de ensino no Brasil
Educação pública e privada
Carlos Roberto Jamil Cury
A desoficialização do ensino no Brasil: a Reforma Rivadávia
topic_facet Educación
Oficialização e desoficialização
Reforma de ensino no Brasil
Educação pública e privada
description Esse texto pretende trazer à tona um momento bastante diferenciado de nossas reformas educacionais. Trata-se da Reforma Rivadávia, entre os anos de 1911-1915, levada a termo pelo Governo Federal. Por meio dela, o governo do presidente Hermes da Fonseca, tendo como seu ministro da Justiça o jurista Rivadávia Corrêa, ambos seguidores da doutrina positivista, buscaram o fim do status oficial do ensino. Baseando-se em uma interpretação discutível de um artigo da Constituição de 1891, o governo, por meio de um decreto presidencial, apoiado pelos parlamentares, determinou que as escolas de ensino secundário e de ensino superior perderiam os seus status de oficial e passariam a ser entidades corporativas autônomas. Com isso, o Estado perde a titularidade do monopólio da validade oficial dos diplomas e certificados e tal prerrogativa passa a ser dessas entidades. O ensino livre seria o remédio para os considerados maus catedráticos, para a contenção desenfreada de diplomas, de fraudes e de instalações precárias dos estabelecimentos. Um conselho superior de ensino seria como uma espécie das atuais agências reguladoras, como órgão máximo da administração federal da educação.
format Artículo científico
Artículo científico
author Carlos Roberto Jamil Cury
author_facet Carlos Roberto Jamil Cury
author_sort Carlos Roberto Jamil Cury
title A desoficialização do ensino no Brasil: a Reforma Rivadávia
title_short A desoficialização do ensino no Brasil: a Reforma Rivadávia
title_full A desoficialização do ensino no Brasil: a Reforma Rivadávia
title_fullStr A desoficialização do ensino no Brasil: a Reforma Rivadávia
title_full_unstemmed A desoficialização do ensino no Brasil: a Reforma Rivadávia
title_sort desoficialização do ensino no brasil: a reforma rivadávia
publisher Centro de Estudos Educação e Sociedade
publishDate 2009
url http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=87313700005
http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-004&d=87313700005oai
work_keys_str_mv AT carlosrobertojamilcury adesoficializacaodoensinonobrasilareformarivadavia
AT carlosrobertojamilcury desoficializacaodoensinonobrasilareformarivadavia
bdutipo_str Repositorios
_version_ 1764820427553636355