Internacionalização da Educação Superior na perspectiva do Sul Global
Este artigo discute os movimentos de internacionalização da Educação Superior especialmente na América Latina, em diálogo com ideais republicanos que buscam reinventar a esfera pública e fortalecer processos emancipatórios. Sua base é a concepção de campo científico (Bourdieu, 1983), problematizando...
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Núcleo de Estudios e Investigaciones en Educación Superior del MERCOSUR
2026
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Internationalization of Higher Education; Latin America; Networked cooperation Internacionalización de la educación superior; América Latina; Cooperación en redes Internacionalização da Educação Superior; América Latina; Cooperação em redes Costa Morosini, Marilia Dalla Corte, Marilene Gabriel Zilberberg Oviedo, Lourdes Evangelina Internacionalização da Educação Superior na perspectiva do Sul Global |
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Este artigo discute os movimentos de internacionalização da Educação Superior especialmente na América Latina, em diálogo com ideais republicanos que buscam reinventar a esfera pública e fortalecer processos emancipatórios. Sua base é a concepção de campo científico (Bourdieu, 1983), problematizando as políticas de internacionalização, destacando tendências e tensões entre a lógica de mercantilização do conhecimento e da competição global, e a luta contra hegemônica em prol da cooperação e da justiça social e epistemológica entre os povos. A reflexão parte da compreensão da internacionalização como um campo de disputa, marcado pelas relações de força entre agentes, instituições e estruturas de distribuição do capital científico e cultural. Nesse cenário, emergem epistemologias insurgentes, práticas colaborativas e horizontais de saberes a partir de redes de pesquisadores e coletivos acadêmicos no Sul Global, fortalecendo a soberania cognitiva dos povos. A internacionalização da Educação Superior revela potencial de cooperação configurando-se como marca de futuro, sustentada pelo conhecimento e domínio do virtual, expressa pelo aumento progressivo de participação em redes, cooperação “em casa” e mobilidade acadêmica. Simultaneamente, tais movimentos convivem com retrocessos que expressam a força do capital global sobre a educação, como demonstram processos de desregulamentação em diversos países latino-americanos, que ampliaram desigualdades e levaram à oferta de diplomas de baixa qualidade às camadas populares. A reflexão propõe compreender a internacionalização não apenas como circulação de saberes, mas como prática política de reimaginação, capaz de formar agentes humanos para a cidadania democrática, a liberdade e a igualdade em um mundo marcado por profundas assimetrias. |
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Sua base é a concepção de campo científico (Bourdieu, 1983), problematizando as políticas de internacionalização, destacando tendências e tensões entre a lógica de mercantilização do conhecimento e da competição global, e a luta contra hegemônica em prol da cooperação e da justiça social e epistemológica entre os povos. A reflexão parte da compreensão da internacionalização como um campo de disputa, marcado pelas relações de força entre agentes, instituições e estruturas de distribuição do capital científico e cultural. Nesse cenário, emergem epistemologias insurgentes, práticas colaborativas e horizontais de saberes a partir de redes de pesquisadores e coletivos acadêmicos no Sul Global, fortalecendo a soberania cognitiva dos povos. A internacionalização da Educação Superior revela potencial de cooperação configurando-se como marca de futuro, sustentada pelo conhecimento e domínio do virtual, expressa pelo aumento progressivo de participação em redes, cooperação “em casa” e mobilidade acadêmica. Simultaneamente, tais movimentos convivem com retrocessos que expressam a força do capital global sobre a educação, como demonstram processos de desregulamentação em diversos países latino-americanos, que ampliaram desigualdades e levaram à oferta de diplomas de baixa qualidade às camadas populares. A reflexão propõe compreender a internacionalização não apenas como circulação de saberes, mas como prática política de reimaginação, capaz de formar agentes humanos para a cidadania democrática, a liberdade e a igualdade em um mundo marcado por profundas assimetrias. This article offers an essay examining the internationalization of higher education, particularly in Latin America, in dialogue with republican ideals that seek to reinvent the public sphere and strengthen emancipatory processes. It is grounded in the concept of the scientific field (Bourdieu, 1983) and problematizes internationalization policies, highlighting trends and tensions between the marketization of knowledge and global competition on the one hand, and counter‑hegemonic struggles for social and epistemic justice among peoples on the other. The analysis understands internationalization as a field of contestation marked by power relations among actors, institutions, and the structures that distribute scientific and cultural capital. In this context, insurgent epistemologies and collaborative, horizontal knowledge practices emerge from networks of researchers and academic collectives in the Global South, fostering peoples’ cognitive sovereignty. The internationalization of higher education reveals cooperative potential and is increasingly framed as a hallmark of the future, supported by knowledge and mastery of virtual modalities, as evidenced by growing participation in networks, domestic cooperation, and academic mobility. At the same time, these movements coexist with setbacks that reflect the influence of global capital over education, as illustrated by deregulation processes in several Latin American countries that have exacerbated inequalities and resulted in the provision of low‑quality degrees to lower‑income populations. The essay proposes conceiving internationalization not merely as the circulation of knowledge but as a political practice of reimagining, capable of shaping human agents for democratic citizenship, liberty, and equality in a world characterized by profound asymmetries. El artículo presenta un ensayo que discute los movimientos de internacionalización de la Educación Superior, especialmente en América Latina, en diálogo con ideales republicanos que buscan reinventar la esfera pública y fortalecer procesos emancipatorios. Su base es la concepción de campo científico (Bourdieu, 1983), al problematizar las políticas de internacionalización y destacar tendencias y tensiones entre la lógica de mercantilización del conocimiento y la competencia global, por un lado, y la lucha contra la hegemonía en favor de la justicia social y epistémica entre los pueblos, por otro. La reflexión parte de la comprensión de la internacionalización como un campo de disputa, marcado por las relaciones de fuerza entre agentes, instituciones y estructuras de distribución del capital científico y cultural. En ese escenario emergen epistemologías insurgentes y prácticas colaborativas y horizontales de saberes, a partir de redes de investigadoras e investigadores y colectivos académicos del Sur Global que fortalecen la soberanía cognitiva de los pueblos. La internacionalización de la Educación Superior revela un potencial de cooperación, configurándose como una marca del futuro, sustentada por el conocimiento y el dominio de lo virtual, y expresada por el aumento progresivo de la participación en redes, la cooperación “en casa” y la movilidad académica. Al mismo tiempo, dichos movimientos conviven con retrocesos que muestran la fuerza del capital global sobre la educación, como lo demuestran procesos de desregulación en diversos países latinoamericanos, que ampliaron las desigualdades y condujeron a la oferta de títulos de baja calidad a los sectores populares. La reflexión propone comprender la internacionalización no solo como circulación de saberes, sino como una práctica política de reimaginación, capaz de formar agentes humanos para la ciudadanía democrática, la libertad y la igualdad en un mundo marcado por profundas asimetrías. Núcleo de Estudios e Investigaciones en Educación Superior del MERCOSUR 2026-02-18 info:eu-repo/semantics/article info:eu-repo/semantics/publishedVersion application/pdf https://revistas.unc.edu.ar/index.php/integracionyconocimiento/article/view/51711 10.61203/2347-0658.v1.n15.51711 Integración y Conocimiento; Vol. 1 No. 15 (2026): Integración y Conocimiento Integración y Conocimiento; Vol. 1 Núm. 15 (2026): Integración y Conocimiento Integración y Conocimiento; v. 1 n. 15 (2026): Integración y Conocimiento 2347-0658 10.61203/2347-0658.v1.n15 por https://revistas.unc.edu.ar/index.php/integracionyconocimiento/article/view/51711/52354 Derechos de autor 2026 Integración y Conocimiento https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 |