Internacionalização e educação superior: sinalizações de futuro

Educação Superior e internacionalização enfrentam desafios sobre rumos da universidade e seu cerne de conhecimento, formação e responsabilidade social. Cerdeira (2025) preocupa-se com o futuro da questão e o enfrentamento já realizado. São distintos valores subjacentes. Nesse contexto, este trabalho...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Lauxen, Sirlei de Lourdes, Cerdeira, Luísa, Dal Pai Franco, Maria Estela
Formato: Artículo revista
Lenguaje:Portugués
Publicado: Núcleo de Estudios e Investigaciones en Educación Superior del MERCOSUR 2026
Materias:
Acceso en línea:https://revistas.unc.edu.ar/index.php/integracionyconocimiento/article/view/51700
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Descripción
Sumario:Educação Superior e internacionalização enfrentam desafios sobre rumos da universidade e seu cerne de conhecimento, formação e responsabilidade social. Cerdeira (2025) preocupa-se com o futuro da questão e o enfrentamento já realizado. São distintos valores subjacentes. Nesse contexto, este trabalho objetiva identificar sinalizações sobre a internacionalização e futuro da Educação Superior no âmbito global, representado por Portugal, e local, retratado pelo Brasil, enquanto parte da América Latina. O percurso metodológico qualitativo e exploratório fez uso de revisão de literatura sustentada em categorias conceituais e de constatações sobre internacionalização e gestão. Foram identificadas assertivas convergentes para as constatações de que a internacionalização e sua gestão promovem cooperação acadêmica via interconexões e trocas e fazem uso da tecnologia como via de inovação alicerçada no conhecimento e no domínio virtual. As assertivas sinalizam o futuro, convergindo para a participação em redes colaborativas e mobilidade de pessoal, com destaque para estudantes estrangeiros em Portugal, evidenciada em atividades do FORGES. Em Portugal há 448.235 estudantes no Ensino Superior, sendo 18.771 brasileiros. No Brasil, em 2023, havia 16.886 estudantes estrangeiros, dos quais 53,9% são do Continente Americano. Conclui-se que a internacionalização é central no futuro da Educação Superior nos espaços de cooperação acadêmica, impulsionados pela gestão e viabilizados pela tecnologia e desenvolvimento como marcas de sinalizações e futuro. Evidencia-se, ainda, que o diálogo pode transformar processos que emergem da cooperação e do potencial tecnológico, orientando novos rumos democráticos para o desenvolvimento social e acadêmico e a internacionalização.