Epistemologias no Ensino Inclusivo de Física: Reflexões a Partir do XXIII SNEF
Neste trabalho refletimos sobre práticas educativas inclusivas que visam tornar os conteúdos de Física acessíveis a estudantes com deficiência matriculados em escolas regulares. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, tendo como base os artigos publicados nos Anais do XXIII Simpósio Nacio...
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| Autores principales: | , |
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| Formato: | Artículo revista |
| Lenguaje: | Español |
| Publicado: |
Asociación de Profesores de Física de la Argentina
2026
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://revistas.unc.edu.ar/index.php/revistaEF/article/view/52404 |
| Aporte de: |
| Sumario: | Neste trabalho refletimos sobre práticas educativas inclusivas que visam tornar os conteúdos de Física acessíveis a estudantes com deficiência matriculados em escolas regulares. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, tendo como base os artigos publicados nos Anais do XXIII Simpósio Nacional de Ensino de Física, e cujo tema central foi "O Ensino da Física no Século XXI: os caminhos para uma educação inclusiva". Munidos de um instrumento de avaliação das posturas epistemológicas avaliamos os 27 artigos selecionados buscando por marcas textuais que indicam possíveis vieses epistemológicos, intencionais ou não. Como resultado, observamos duas tendências epistemológicas dominantes: o empirismo indutivo e o construtivismo. Artigos com viés empírico-indutivo focam em conceitos de inclusão, contexto histórico, legislação e materiais didáticos, contribuindo para a elaboração de um modelo conceitual de práticas inclusivas. Já os construtivistas descrevem atividades e relatos de práticas que discutem sobre a instrumentalização docente e estratégias para o aprendizado do aluno. As tendências se complementam, com o empirismo fornecendo bases teóricas e o construtivismo enriquecendo a prática docente, o que sugere a adoção de pluralismo epistemológico no ensino inclusivo de Física. |
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