O Documento Curricular Nacional Brasileiro na Formação de Professores de Física: como licenciandos interpretam competências e habilidades?
Pensando no processo de formação docente e em como os professores em formação mobilizam as diretrizes dos documentos oficiais brasileiros em sua prática, o presente artigo analisa como licenciandos em Física interpretam e revocalizam competências e habilidades da Base Nacional Comum Curricular (BNCC...
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| Autores principales: | , , , |
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| Formato: | Artículo revista |
| Lenguaje: | Español |
| Publicado: |
Asociación de Profesores de Física de la Argentina
2026
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://revistas.unc.edu.ar/index.php/revistaEF/article/view/52390 |
| Aporte de: |
| Sumario: | Pensando no processo de formação docente e em como os professores em formação mobilizam as diretrizes dos documentos oficiais brasileiros em sua prática, o presente artigo analisa como licenciandos em Física interpretam e revocalizam competências e habilidades da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no planejamento de aulas. A pesquisa, de caráter qualitativo e descritivo, utilizou, como corpus de análise, planos de aula elaborados coletivamente e reelaborados individualmente por estudantes de licenciatura, bem como a transcrição de um encontro formativo. A análise seguiu categorias relacionadas à seleção e à pertinência dos códigos da BNCC, à coerência entre objetivos, metodologias e avaliação, ao uso de recursos didáticos, à contextualização dos conteúdos e à concepção de competência como mobilização integrada de saberes. Os resultados indicam que os licenciandos, em suas propostas, apresentam desde leituras instrumentais da BNCC, centradas em listagens de habilidades, até interpretações mais críticas e articuladas, as quais conectam objetivos de aprendizagem, experimentação, simulações digitais e avaliação formativa. As reelaborações individuais revelaram maior precisão na explicitação de habilidades e critérios avaliativos, sugerindo que a reflexão coletiva contribui para o amadurecimento da apropriação curricular. Concluímos que a formação inicial deve favorecer espaços de análise crítica da BNCC, valorizando a autoria docente e a articulação entre teoria e prática, de modo que competências e habilidades sejam incorporadas como ferramentas de reflexão e emancipação, e não apenas como prescrições normativas. |
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