Letramento científico inclusivo desde a infância: numa perspectiva de meninas e mulheres na ciência
Este trabalho analisa como o letramento científico inclusivo, implementado desde a educação infantil, pode impactar positivamente a trajetória acadêmica das meninas nas ciências exatas. Fundamentado na teoria histórico-cultural de Vygotsky e em dados empíricos do Projeto Eureka: Meninas na Física, o...
Guardado en:
| Autores principales: | , |
|---|---|
| Formato: | Artículo revista |
| Lenguaje: | Español |
| Publicado: |
Asociación de Profesores de Física de la Argentina
2026
|
| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://revistas.unc.edu.ar/index.php/revistaEF/article/view/52379 |
| Aporte de: |
| Sumario: | Este trabalho analisa como o letramento científico inclusivo, implementado desde a educação infantil, pode impactar positivamente a trajetória acadêmica das meninas nas ciências exatas. Fundamentado na teoria histórico-cultural de Vygotsky e em dados empíricos do Projeto Eureka: Meninas na Física, o estudo investigou, por questionários aplicados a estudantes do ensino médio, a persistência de estereótipos de gênero e raça na imagem do "ser cientista". Os resultados revelam que os estudantes ainda associam majoritariamente a figura da cientista a personagens masculinos brancos da cultura geek, reforçando a necessidade urgente de práticas educativas que promovam a representatividade de mulheres cientistas. Conclui-se que é essencial a implementação de políticas públicas e estratégias pedagógicas, como a aprendizagem baseada em projetos com enfoque em modelos femininos, para desconstruir estereótipos e fomentar o interesse e a permanência de meninas nas carreiras científicas. |
|---|