Estudo do vento e da turbulência na camada limite atmosférica em áreas de floresta e pastagem na Amazônia

Uma análise da estrutura e evolução dinâmica da Camada Limite Atmosférica (CLA), através do estudo do comportamento do vento e da turbulência na CLA, foi realizada usando medidas de superficie e da CLA, em áreas de floresta (10°05'S-10°19'S e 61°35'W-61°57'W)e de pastagem (10°45&...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Oliveira, Paulo Jorge de
Autor Corporativo: Brasil Ministério da Ciência e Tecnologia Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Editor , ed)
Otros Autores: Santos, Jesus Marden dos, Fisch, Gilberto
Formato: Tesis Libro
Lenguaje:Portugués
Publicado: INPE, São José dos Campos : 2001
Materias:
Aporte de:Registro referencial: Solicitar el recurso aquí
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246 3 1 |a Study of the wind and turbulence in atmospheric boundary layer at forest and pasture sites at Amazonia 
260 |b São José dos Campos :  |a INPE,  |c 2001 
300 |a 108 p. :   |b il., fotos, gráfs., mapas, tablas 
500 |a INPE-8350-TDI/769 
502 |b Dissertação de Mestrado em Meteorologia  |d 1999-09-02 
520 3 |a Uma análise da estrutura e evolução dinâmica da Camada Limite Atmosférica (CLA), através do estudo do comportamento do vento e da turbulência na CLA, foi realizada usando medidas de superficie e da CLA, em áreas de floresta (10°05'S-10°19'S e 61°35'W-61°57'W)e de pastagem (10°45'S e 62°22'W) na região de Ji-Paraná, estado de Rondônia, durante as estações seca de 1994 e chuvosa de 1999. As análises de superfície foram feitas baseadas no Comprimento de Obukhov (L), obtido através do instrumento de Correlação de Vórtices Turbulentos (HYDRA), e a estructura vertical do vento e da turbulência, a qual é representada pelo Número de Richardson (Ri), foram obtidas através de datos de Radiossonda e de Balão Cativo. Os resultados mostram que a estrutura dinâmica da CLA apresenta características semelhantes às mostradas em trabalhos anteriores, que estudaram apenas a parte termodinâmica (Fisch, 1996 e Tóta, 1998). De acordo com os resultados obtidos, o vento na floresta é, em média, 2 m.s -1 mais intenso que na pastagem, e a direção média do vento apresenta-se de ENE acima de 1000M e de ESE na região abaixo, em ambos os sítios durante a época seca. Na época chuvosa, a precipitação é um fator importante na determinação do comportamento do vento. Na época seca, o regime instável ocurre mais cedo na pastagem (6 HL) do que na floresta (8 HL), com valores de L de 75 e 160m, respectivamente. Na época chuvosa, por outro lado, o regime instável surge antes das 6HL, na pastagem, mas com persistência apenas após as 8HL, sendo L em torno de 75m, na pastagem. A turbulência, de acordo com o Ri, surge próximo à superfície às 10HL e 11:30HL na pastagem e floresta, respectivamente, propagando-se na vertical até no máximo 1400m na pastagem e 900m na floresta, na época seca. Durante o período chuvoso, inicia-se às 8HL na pastagem e às 9HL na floresta.  |l por 
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