O feto e o recém-nascido com condições genéticas e congênitas graves : aspectos bioéticos e jurídicos no Brasil [Separata] /

O diagnóstico seguro de malformações congênitas possibilitado pelo avanço tecnológico da propedêutica fetal possibilita o exercício da autonomia reprodutiva da gestante, embora suscite dilemas éticos e jurídicos de difícil solução, como a opção pelo aborto e a tomada de decisões em neonatos com esca...

Descripción completa

Guardado en:
Detalles Bibliográficos
Autor principal: Leite, Henrique
Otros Autores: Gonçalves, Gláucio, Gazzola, Luciana
Formato: Artículo
Lenguaje:Portugués
Materias:
Aporte de:Registro referencial: Solicitar el recurso aquí
LEADER 02898nab a2200337 a 4500
003 AR-BaFLA
005 20200604174434.0
008 200604t2020|||| || pss |0||0||por d
999 |c 47007  |d 47007 
037 |n Depósito reglamentario 
040 |a FLACSO Argentina  |c FLACSO Argentina 
041 0 |a por 
100 1 |9 33672  |a Leite, Henrique 
245 1 0 |a O feto e o recém-nascido com condições genéticas e congênitas graves :   |b aspectos bioéticos e jurídicos no Brasil [Separata] /   |c Henrique Leite, Gláucio Gonçalves, Luciana Gazzola  |h DIG 
300 |a pp. 141-154 
336 |2 rdacontent  |a Texto  |b txt 
337 |2 rdamedia  |a computadora  |b c 
338 |2 rdacarrier  |a Recurso en línea  |b cr 
504 |a incl. ref. 
520 |a O diagnóstico seguro de malformações congênitas possibilitado pelo avanço tecnológico da propedêutica fetal possibilita o exercício da autonomia reprodutiva da gestante, embora suscite dilemas éticos e jurídicos de difícil solução, como a opção pelo aborto e a tomada de decisões em neonatos com escassas possibilidades de sobrevivência. As decisões em fim de vida e o abandono de técnicas terapêuticas fúteis que não alteram o curso natural da doença despertam conflitos éticos entre a equipe de saúde e os familiares. Nesse cenário, importa analisar o âmbito de proteção aos direitos das pessoas com deficiência no Brasil e sua aplicação aos neonatos com graves malformações congênitas, visando contribuir ao debate sobre a morte digna no período neonatal. 
520 |a El diagnóstico efectivo de malformaciones congénitas que resulta del avance tecnológico de la propedéutica fetal posibilita el ejercicio de la autonomía reproductiva de la mujer embarazada, aunque presente dilemas éticos y jurídicos de solución difícil, como la opción por el aborto y la toma de decisiones en casos de recién nacidos con baja posibilidad de sobrevivir. Decisiones de fin de la vida y el abandono de técnicas terapéuticas fútiles que no cambian la evolución natural de la enfermedad producen conflictos éticos entre el equipo de salud y la familia. En ese escenario, es importante analizar el ámbito de protección a los derechos de las personas con deficiencia en Brasil y su aplicación a los recién nacidos con malformaciones congénitas graves, con el objetivo de contribuir al debate sobre la muerte digna en el periodo neonatal. 
650 4 |9 1070  |a TOMA DE DECISIONES 
650 4 |9 2771  |a ABORTO 
650 4 |9 2774  |a  ENFERMEDADES CONGENITAS 
650 4 |9 10121  |a ETICA MEDICA 
650 4 |9 10355  |a MUERTE DIGNA 
690 |a BIOETICA  |9 2962 
700 1 |9 33673  |a Gonçalves, Gláucio 
700 1 |9 33674  |a Gazzola, Luciana 
773 0 |d Barcelona : Observatorio de Bioética y Derecho, FLACSO. Programa Argentina, 2020  |g no. 49  |t Revista de bioética y derecho & Perspectivas bioéticas  |x 1886-5887 
942 |c ART