O ciborgue no limiar da humanidade : redefiniendo la persona natural [Separata] /

É a pessoa que inaugura a existência jurídica do ser: sem ela é difícil se chegar a acordos acerca das especificidades de direitos e deveres. No entremeio dessa relação, o transhumanismo, filosofia que advoga por um ser humano melhorado de modo a transcender sua natureza biológica, encontra respaldo...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Amorim, Hellen Marinho
Otros Autores: Cardoso, Renato César
Formato: Artículo
Lenguaje:Portugués
Materias:
Aporte de:Registro referencial: Solicitar el recurso aquí
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300 |a pp. 67-84 
504 |a incl. ref. 
520 |a É a pessoa que inaugura a existência jurídica do ser: sem ela é difícil se chegar a acordos acerca das especificidades de direitos e deveres. No entremeio dessa relação, o transhumanismo, filosofia que advoga por um ser humano melhorado de modo a transcender sua natureza biológica, encontra respaldo prático na interação da tecnologia com a biologia, resultando na ampliação paulatina dos modos de “ser” humano, onde o ciborgue emerge como potencial humano diferenciado em vulnerabilidades e potencialidades em comparação ao Homo sapiens moderno. Assim, a personalidade jurídica contemporaneamente considerada é afetada e repensar sua formulação faz-se necessário. Sustenta-se que as inéditas possibilidades de proteção e responsabilização do ciborgue implicam sua existência jurídica através de uma nova pessoa, a pessoa não-natural. 
520 |a Es la persona la que inaugura la existencia legal del ser: sin ella es difícil llegar a acuerdos sobre las especificidades de los derechos y deberes. En medio de esta relación, el transhumanismo, filosofía que aboga por un ser humano mejorado para trascender su naturaleza biológica, encuentra apoyo práctico en la interacción de la tecnología con la biología, resultando en la expansión gradual de los modos de "ser" humano, donde el cyborg emerge como un potencial humano diferenciado en vulnerabilidades y potencialidades frente al Homo sapiens moderno. Así, la personalidad jurídica contemporánea se ve afectada y es necesario replantearse su formulación. Se argumenta que las posibilidades de protección y responsabilidad del ciborg implican una existencia jurídica sin precedentes a través de una nueva persona, la persona no natural. 
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