Os políticos e o PISA : entre a adesão segura e a recepção activa [Separata] /
Este artigo analisa a relação que atores políticos de seis países europeus estabelecem com um programa de avaliação internacional comparada do desempenho de jovens escolarizados (o PISA, da OCDE), a partir de duas dimensões: (a) a adesão dos países ao programa, dando atenção às narrativas de ministr...
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| Formato: | Artículo |
| Lenguaje: | Portugués |
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| Aporte de: | Registro referencial: Solicitar el recurso aquí |
| LEADER | 02286nab a2200313 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 003 | AR-BaFLA | ||
| 008 | 150410t2014|||| s |0||0||por d | ||
| 022 | |a 1995-7785 | ||
| 040 | |a FLACSO Argentina |c FLACSO Argentina | ||
| 041 | 0 | |a por | |
| 100 | |a Carvalho, Luís Miguel |9 7611 | ||
| 245 | 1 | 3 | |a Os políticos e o PISA : |b entre a adesão segura e a recepção activa [Separata] / |c Por Luís Miguel Carvalho y Estela Costa |h DIG |
| 300 | |a pp. 46-54 | ||
| 504 | |a incl. ref. | ||
| 520 | |a Este artigo analisa a relação que atores políticos de seis países europeus estabelecem com um programa de avaliação internacional comparada do desempenho de jovens escolarizados (o PISA, da OCDE), a partir de duas dimensões: (a) a adesão dos países ao programa, dando atenção às narrativas de ministros, directores de organismos centrais e gestores do Programa a nível nacional; (b) a recepção dada aos seus relatórios, tendo em consideração a intensidade da sua convocação em universos vocacionados para a produção de política e de conhecimento. O artigo põe em evidência que o conhecimento gerado pelo PISA é mobilizado nacionalmente por uma multiplicidade de actores de mundos diferentes (da política, dos média, do mundo da investigação, da administração, etc.), permitindo a legitimação de opiniões e decisões políticas muitas vezes opostas. Paralelamente, o artigo enfatiza que apesar de não gerar respostas convergentes nas políticas postas em marcha, através do PISA a OCDE mostrase capaz de fazer convergir a acção política no uso da héteromonitorização como modalidade percebida como apropriada para “pensar-fazer-dizer” a política educativa. | ||
| 610 | 3 | 4 | |a OCDE |9 3841 |
| 650 | 4 | |a VALIDACION CURRICULAR |9 16336 | |
| 650 | 4 | |a INDICADORES EDUCATIVOS |9 6930 | |
| 650 | 4 | |a RENDIMIENTO ESCOLAR |9 852 | |
| 650 | 4 | |a RENDIMIENTO DE LA EDUCACION |9 4737 | |
| 650 | 4 | |a POLITICA EDUCATIVA |9 269 | |
| 651 | 4 | |a EUROPA |9 432 | |
| 653 | |a PROGRAMA PARA LA EVALUACION INTERNACIONAL DE ALUMNOS | ||
| 690 | |a EDUCACION |9 4727 | ||
| 700 | 1 | |a Costa, Estela |9 16337 | |
| 773 | 0 | |t Propuesta educativa |x 1995-7785 |g Vol. 1 no. 41 |d Buenos Aires : FLACSO. Programa Argentina, 2014 | |
| 710 | 1 | |9 110 |a FLACSO. Programa Argentina | |
| 942 | |c DIG | ||
| 999 | |c 38838 |d 38838 | ||