O poder da interjeição na performance trágica

In Frogs 1028, Dionysus states that he rejoyced when Aeschylus in the Persians lamented for the death of Darius, and the chorus straightway clapped their hands and said, "Ee-ow!" (εΐπεν '&&num...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Menezes Neto, Nelson de Aguiar
Formato: Artículo
Lenguaje:Portugués
Materias:
Acceso en línea:https://www.memoria.fahce.unlp.edu.ar/art_revistas/pr.19372/pr.19372.pdf
https://www.synthesis.fahce.unlp.edu.ar/article/view/15436
10.24215/1851779Xe163
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100 |a Menezes Neto, Nelson de Aguiar  |u Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil 
245 1 0 |a O poder da interjeição na performance trágica 
246 3 3 |a The power of interjection in tragic performance 
041 7 |2 ISO 639-1  |a pt 
300 |a  p.e163 
520 3 |a In Frogs 1028, Dionysus states that he rejoyced when Aeschylus in the Persians lamented for the death of Darius, and the chorus straightway clapped their hands and said, "Ee-ow!" (εΐπεν 'ίανοϊ'). In doing so, Aristophanes highlights the interjection as a particular component of theatrical conventions. Embedded in a tradition where lógos corresponds to word in action, the use of this lexical structure in Greek tragedy thus appears as a fundamental element for the functioning of this poetic genre. It is a refined strategy of enunciation that serves the tragic purposes of producing emotional effects through oralized speech. Without a denotative or descriptive function, but with a rich variation of possible meanings, it is pure mimetic performance, marked by the spontaneous expression of ineffable feelings. In this paper, we propose a discussion of the mimetic character of the interjection in tragedy-its phonetic ability to imitate reality-by examining its use in Aeschylus's Persians, a work considered "a great lament." The goal is to understand the fundamentally sounding nature of the tragic discourse arrangement and highlight a unique Greek practice of using language and producing speech. 
520 3 |a No verso 1028 das Rãs, Dioniso diz que gostou quando, nos Persas, o coro bate palmas e emite exclamações de tristeza (εΐπεν 'ίανοϊ') diante do corpo morto de Dario. Com isso, Aristófanes coloca em evidência a interjeição como um componente particular das convenções do teatro. Inscrita numa tradição em que o lógos corresponde à palavra em ação, o emprego dessa estrutura lexical na tragédia grega apresenta-se, portanto, como elemento fundamental para o funcionamento deste gênero poético. Trata-se de uma estratégia refinada de enunciação que atende às finalidades trágicas de produção de efeitos emocionais mediante a palavra oralizada. Sem função denotativa ou descritiva, mas com rica variação de possibilidades de sentido, ela é pura performance mimética, marcada pela expressão espontânea de sentimentos quase inefáveis. Nesta comunicação propomos uma discussão do caráter mimético da interjeição na tragédia -de sua capacidade fônica de imitar a realidade-, recorrendo, para isso, a um levantamento do uso da estrutura nos Persas de Ésquilo, obra considerada "um grande lamento". O objetivo é compreender a natureza fundamentalmente sonora do arranjo discursivo da tragédia, evidenciando, assim, uma prática grega singular de uso da linguagem e de produção do discurso. 
653 |a Persians 
653 |a Aeschylus 
653 |a Lament 
653 |a Interjection 
653 |a Os Persas^lpt 
653 |a Ésquilo 
653 |a Lamento 
653 |a Interjeição 
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773 0 |7 nnas  |t Synthesis.   |g Vol. 32 No. 2 (2025),e163  |v 32  |l 2  |q e163  |d Ensenada : Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación. Centro de Estudios Helénicos, 2025  |x ISSN 1851-779X  |k Del treno al epitafio: el lamento funeral en la antigua Grecia y sus inflexiones 
542 1 |f Esta obra está bajo una licencia Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0 Internacional  |u https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/