Liberdade consentida (ou não) de freiras brasileiras: inmigrantes, negras e nordestinas

Nas décadas de 1950-1970, uma onda de busca de renovação despertou a Igreja Católica e as congregações religiosas em geral (femininas e masculinas), trazendo interpelações e muitas inovações. O ponto culminante desses processos foi o Concílio Vaticano II (1962-1965), que tinha dois objetivos princip...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Corrêa Custódio, María Aparecida
Formato: Parte de libro
Lenguaje:Portugués
Publicado: Pontificia Universidad Católica Argentina. Instituto de Investigaciones de la Facultad de Ciencias Sociales 2024
Materias:
Acceso en línea:https://repositorio.uca.edu.ar/handle/123456789/19151
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Descripción
Sumario:Nas décadas de 1950-1970, uma onda de busca de renovação despertou a Igreja Católica e as congregações religiosas em geral (femininas e masculinas), trazendo interpelações e muitas inovações. O ponto culminante desses processos foi o Concílio Vaticano II (1962-1965), que tinha dois objetivos principais: assegurar a atualização da Igreja diante do mundo moderno, que passava por um momento de grande reviravolta político-cultural após a II Guerra, e preparar a unidade cristã do catolicismo e seu diálogo com diversas religiões cristãs e não cristãs. Na América Latina, o Concílio sancionou práticas de reorganização institucional que vinham sendo tomadas com a criação de organizações eclesiais muito relevantes como o Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), em 1955, e a Conferência Latino- Americana de Religiosos (CLAR), em 1959 – no caso do Brasil, foi criada a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em 1952. Todos esses organismos foram muito importantes para o aprofundamento das diretrizes do Concílio na Igreja latino-americana, com destaque para a discussão dos documentos e conclusões conciliares.