A participação de Eunice Katunda no Curso Latinoamericano de Música Contemporánea n. 8 : desafios e possibilidades
Resumo: Este trabalho reflete sobre a participação da compositora e pianista brasileira Eunice Katunda na oitava edição dos Cursos Latinoamericanos de Música Contemporánea (CLAMC), realizada no Brasil em 1979 e dedicada, especialmente, à comemoração dos 40 anos do grupo de compositores Música Viv...
Guardado en:
| Autores principales: | , |
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| Formato: | Artículo |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
Instituto Nacional de Musicología "Carlos Vega"
2023
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://repositorio.uca.edu.ar/handle/123456789/17167 |
| Aporte de: |
| Sumario: | Resumo: Este trabalho reflete sobre a participação da compositora e pianista brasileira Eunice
Katunda na oitava edição dos Cursos Latinoamericanos de Música Contemporánea
(CLAMC), realizada no Brasil em 1979 e dedicada, especialmente, à comemoração dos
40 anos do grupo de compositores Música Viva. Criado em 1939 por Hans-Joachim
Koellreutter, o grupo foi pioneiro na disseminação de modernas técnicas de composição
na década de 1940 no Brasil, tendo Eunice Katunda como uma das principais
responsáveis pela estreia de obras nacionais e internacionais do período. Além de
divulgar composições próprias e de colegas, Eunice atuou também como redatora de
textos e críticas sobre estética musical em boletins produzidos pelo Música Viva e em
periódicos de grande circulação no país. Este fato a colocou em evidência na polêmica
gerada em torno do uso do dodecafonismo no Brasil, que culminou no desgaste de sua
imagem e, paulatinamente, na dissolução do próprio grupo. Neste contexto, a oitava
edição dos CLAMC foi uma oportunidade de reaproxima-la de antigos colegas do meio
musical e de seu mestre Koellreutter, a quem se desculpa publicamente. A partir deste
encontro, novas possibilidades se abrem para a intérprete e compositora, que volta aos
palcos com obras inéditas e demonstrando grande maturidade artística. |
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