Arquivos da ditadura: uma análise de Mulheres que mordem, de Beatriz Leal
Partindo do princípio de que a literatura é uma espécie de arquivo no sentido de suplemento do discurso histórico, o objetivo do presente artigo é analisar o romance Mulheres que mordem (2015), de Beatriz Leal, sob essa perspectiva, com o intuito de verificar o modo como a autora reinventa e ficcion...
Guardado en:
| Autores principales: | , |
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| Formato: | Artículo revista |
| Lenguaje: | Español |
| Publicado: |
Universidad Nacional del Litoral
2026
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://bibliotecavirtual.unl.edu.ar/publicaciones/index.php/index/article/view/15466 |
| Aporte de: |
| Sumario: | Partindo do princípio de que a literatura é uma espécie de arquivo no sentido de suplemento do discurso histórico, o objetivo do presente artigo é analisar o romance Mulheres que mordem (2015), de Beatriz Leal, sob essa perspectiva, com o intuito de verificar o modo como a autora reinventa e ficcionaliza a violência da ditadura perpetrada contra as mulheres que atuaram nas frentes de oposição ao regime militar argentino (1976‒1983), exibindo as chagas ainda abertas de um período sombrio, coalhado de iniquidades.
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