Diálogos Convergentes: Literatura, História e Educação na Luta pela Emancipação Feminina (1859 – 1893)

Propomos uma análise acerca da produção intelectual das escritoras Maria Firmina dos Reis, Maria Ribeiro e Júlia Lopes de Almeida, mais especificamente suas obras Úrsula, Cancros Sociais e A Família Medeiros, publicadas em 1859, 1866 e 1893, respectivamente. Nosso pressuposto é que além da educação...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: dos Santos, Carla
Formato: Artículo revista
Lenguaje:Portugués
Publicado: Universidad Nacional del Centro de la Provincia de Buenos Aires, Facultad de Ciencias Humanas, Núcleo de Estudios Educacionales y Sociales 2014
Materias:
Acceso en línea:http://www.ridaa.unicen.edu.ar/xmlui/handle/123456789/32
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Descripción
Sumario:Propomos uma análise acerca da produção intelectual das escritoras Maria Firmina dos Reis, Maria Ribeiro e Júlia Lopes de Almeida, mais especificamente suas obras Úrsula, Cancros Sociais e A Família Medeiros, publicadas em 1859, 1866 e 1893, respectivamente. Nosso pressuposto é que além da educação formal, as autoras se valeram também da sua experiência de vida, ou seja, do que chamamos de educação informal, para a construção de suas obras. Este processo, nem sempre tão visível quanto o da educação formal, pois não se dava em espaços institucionalizados, como a escola, pode ter sido tão ou mais importante do que a própria escolarização. A hipótese que norteará a investigação é a de que a prática da escrita requer do autor uma série de reflexões sobre o objeto de sua narrativa, que o obrigam a assumir posicionamentos sobre o mesmo, da mesma forma que o ato de leitura contribui para que leitoras e leitores adquiram conhecimentos sobre o assunto e criem suas próprias (in) certezas.