Extensão universitária : parceria e formação

A partir de experiências em Extensão Universitária promovidas no curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP), na cidade de São Paulo, o artigo apresenta uma análise da potencialidade da Extensão como ferramenta pedagógica na formação...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: D’Ottaviano, Camila, Bassani, Jorge
Formato: Artículo revista
Lenguaje:Portugués
Publicado: Universidad Nacional del Centro de la Provincia de Buenos Aires. Secretaría de Extensión 2022
Materias:
Acceso en línea:D´Ottaviano, C , Bassani, J . (2022). Extensão Universitária: parceria e formação. Revista Masquedós 7,(7), 1-14.
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Descripción
Sumario:A partir de experiências em Extensão Universitária promovidas no curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP), na cidade de São Paulo, o artigo apresenta uma análise da potencialidade da Extensão como ferramenta pedagógica na formação de jovens profissionais aptos a atuar na construção de cidades mais justas e inclusivas. O objetivo central do artigo é colocar em evidência a Extensão como condição educativa e formativa em dois sentidos: um voltado para a formação universitária em Arquitetura e Urbanismo; e outro, na transformação das comunidades parceiras dos projetos de Extensão Universitária. A premissa que apontamos para efetivação desta condição é o trabalho em diálogo intenso e de longa duração entre a Universidade e as comunidades. Para tanto, os projetos de Extensão Universitária aqui utilizados, Bororé – extremo Sul da cidade de São Paulo – e Ocupas – na região central, amparam-se metodologicamente, assim como as análises deste artigo, no pensamento e prática de Paulo Freire (1967 e 1983) voltados à “educação para emancipação” a partir da relação dialógica. Os procedimentos de pesquisa a partir das práticas de extensão são relativos ao grande leque metodológico aberto a partir da “Pesquisa-ação” de Kemmis e MacTaggart (1988), nele seguimos a linha espanhola da experimentação e do trabalho empírico (Serrano, 1990; Latorre, 2003). Os resultados dos trabalhos não são contabilizáveis nas lógicas mecânica e simplificadora, são processos complexos de subjetivação no cruzamento dos dois polos do diálogo, portanto, este artigo propõe observarmos estes processos e interpretá-los à luz da “auto-reflexão” (Kemmis e MacTaggart, 1988) coletiva por meio dos dois casos apresentados.