Campos de conflitividade política e movimentos sociais no Equador da Revolução Cidadã
Este artigo estuda a configuração de diversos “campos de conflitividade política” durante o ciclo de governo da Revolução Cidadã, iniciado em 2007. Tal governo, presidido por Rafael Correa, dá início a um processo de mudança política em meio a uma profunda crise de legitimidade da representação polí...
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| Autores principales: | , |
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| Otros Autores: | |
| Formato: | Articulo |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2015
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| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/98209 https://ri.conicet.gov.ar/11336/54742 http://www.revistas.usp.br/plural/article/view/102210 |
| Aporte de: |
| Sumario: | Este artigo estuda a configuração de diversos “campos de conflitividade política” durante o ciclo de governo da Revolução Cidadã, iniciado em 2007. Tal governo, presidido por Rafael Correa, dá início a um processo de mudança política em meio a uma profunda crise de legitimidade da representação política e ao recuo dos movimentos sociais. Esboçada no decorrer da Assembleia Constituinte, a nova agenda pública ativa uma série de episódios contenciosos que evidenciam a capacidade da ação coletiva organizada de construir problemas públicos, apesar de sua debilidade. Nesse sentido, formulam-se questões sobre três campos de conflitividade relacionados a problemas sociais específicos, delineados “de baixo para cima”: o déficit de reconhecimento político, a legitimidade da representação social no Estado e as conexões entre <i>buen vivir</i> (bem viver) e desenvolvimento. |
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