Exploração Central e Circulação no Império Egípcio do Reino Novo
Um primeiro passo para o estudo da circulação imperial é distinguir as diferentes relações de dominação do centro sobre a periferia. No presente caso, é unanimidade entre os egiptólogos a existência de sensíveis divergências nas relações do Egito com suas diferentes áreas dominadas. De início, notar...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | Objeto de conferencia |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2011
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/83773 http://encuentrosocprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/i-encuentro-2011/actas/bloque2-02.pdf |
| Aporte de: |
| Sumario: | Um primeiro passo para o estudo da circulação imperial é distinguir as diferentes relações de dominação do centro sobre a periferia. No presente caso, é unanimidade entre os egiptólogos a existência de sensíveis divergências nas relações do Egito com suas diferentes áreas dominadas. De início, notaram-se distinções entre a exploração das regiões do norte, na Síria-Palestina, por um lado, e do sul, da Núbia, por outro (Kemp, 1978: 19-20). Mais tarde, a hipótese mais aceita passou a ser a de que a dominação das regiões da Síria-Palestina e de Kush (ainda que autores divirjam em relação ao limite geográfico exato da dominação direta egípcia no sul) contrastava com aquela exercida em Wawat (cf. Morkot, 1991: 294-301; Smith, 1995; Galán, 1995). Este assunto será aprofundado no próximo capítulo, destinado a tratar especificamente da Núbia. Sendo assim, aqui trataremos basicamente da porção norte da periferia imperial. |
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