Deriva na pulverização agrícola : Diferentes técnicas para sua mitigação

A pulverização é a forma mais difundida de aplicação de fitossanitários em Argentina. Mas a sua utilização é complexo devido à deriva. O objetivo do experimento foi avaliar a desempenho de diferentes técnicas de pulverização para a mitigação do deriva em campo. Os tratamentos foram arranjados em esq...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Ponce, Mariano Julio, Rodríguez Vassallo, Matías, Mur, Matilde, Merani, Víctor Hugo, Guilino, Facundo
Formato: Objeto de conferencia
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2017
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/78446
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Descripción
Sumario:A pulverização é a forma mais difundida de aplicação de fitossanitários em Argentina. Mas a sua utilização é complexo devido à deriva. O objetivo do experimento foi avaliar a desempenho de diferentes técnicas de pulverização para a mitigação do deriva em campo. Os tratamentos foram arranjados em esquema fatorial (3 x 2) com 2 repetições, sendo o primeiro fator constituído por três pontas de pulverização: jato plano com indução de ar (AI), jato cônico vazio com indução de ar (CI) e jato cônico vazio (CH). O segundo fator foi duas distâncias entre pontas: 0,35 m (A) e 0,70 m (B). Densidade de gotas, DEN (gotas cm-2) e cobertura, COB (%), foi determinada em papéis hidrossensíveis. Foi avaliada a 25 m acima do solo, a deriva de sedimentação (SED) e torres de 5 m, 25 me 50 m de distância, o exoderiva (ED). Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey (p≤0,05). Para SED, CHB foi inferior a DEN e COB obtido, diferindo da CIB e AIB. Em ED, AIB alcançou um DEN para gerar eficácia biológica. Deriva é um resultado da relação entre a técnica de pulverização e as condições atmosféricas.