Padronização da tintura de Calendula officinalis L. para seu emprego em formulações semi-sólidas fitoterápicas
Apesar da extensa utilização dos fitoterápicos, a qualidade destes medicamentos muitas vezes é deficiente e questionável. A tintura de Calendula officinalis L. tem um vasto emprego na obtenção de formulações fitoterápicas semi-sólidas, por seus efeitos antiinflamatórios, antisépticos e cicatrizantes...
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| Autores principales: | , , , |
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| Formato: | Articulo |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2009
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/7768 http://www.latamjpharm.org/trabajos/28/3/LAJOP_28_3_1_4_9I8E24E87O.pdf |
| Aporte de: |
| Sumario: | Apesar da extensa utilização dos fitoterápicos, a qualidade destes medicamentos muitas vezes é deficiente e questionável. A tintura de Calendula officinalis L. tem um vasto emprego na obtenção de formulações fitoterápicas semi-sólidas, por seus efeitos antiinflamatórios, antisépticos e cicatrizantes. Sendo assim, o presente estudo objetivou a aplicação de metodologias estabelecidas pela legislação brasileira para a caracterização e controle de qualidade do pó e tintura de C. officinalis, visando à padronização da tintura. Por meio de análises físicas e físico-químicas foram obtidos especificações farmacognósticas condizentes com as da literatura, além de constatar a identidade do material vegetal através da detecção do marcador químico rutina e ácido clorogênico por cromatografia em camada delgada (CCD). Através da validação do método de quantificação por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) foi possível estabelecer a concentração de rutina na tintura (463 μg/mL) e assegurar a sua qualidade. Estes resultados proporcionaram a padronização da tintura de C. officinalis |
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