Toxicidade pré-clínica de fitoterápico contendo <i>Gossypium herbaceum</i> (Algodoeiro) em ratos Wistar

Avaliou-se a segurança de fitoterápico, constituído de extrato fluído de Gossypium herbaceum (algodoeiro) Tintura de Algodoeiro Cangeri®, através de estudos de toxicidade, tendo como base a resolução Nº 90, de 16 de março de 2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Para o teste de...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Mello, Joao Roberto Braga de, Mello, Fernanda B. de, Etges, Rodrigo N., Hollenbach, Clarissa, Rodrigues, Juliano M., Hirtz, Lucas
Formato: Articulo
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2008
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/7580
http://www.latamjpharm.org/trabajos/27/1/LAJOP_27_1_1_8_ID8T3E7R0X.pdf
Aporte de:
Descripción
Sumario:Avaliou-se a segurança de fitoterápico, constituído de extrato fluído de Gossypium herbaceum (algodoeiro) Tintura de Algodoeiro Cangeri®, através de estudos de toxicidade, tendo como base a resolução Nº 90, de 16 de março de 2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Para o teste de toxicidade em doses repetidas com duração de 30 dias de tratamento, formou-se quatro grupos de ratos Wistar, cada um constituído por 10 machos e dez fêmeas, tratados com 0,4 ml.kg , 2 ml.kg e 4 ml.kg , respectivamente a dose terapêutica indicada pelo fabricante para seres humanos adultos, 5 vezes e 10 vezes a dose terapêutica, além de um grupo controle, onde administrou-se o veículo do fitoterápico. Os resultados revelaram que os animais tratados com a dose terapêutica não mostraram alterações sistêmicas indicativas de toxicidade. As alterações observadas nas variáveis de ganho de massa corporal, dados hematológicos e de bioquímica sangüínea nos grupos tratados com as doses 5 e 10 vezes a dose terapêutica revelaram a ocorrência de toxicidade sistêmica, agravada com a elevação da dose.