Desenvolvimento, avaliação e caracterização físico química de micropartículas constituídas de Aciclovir/Quitosana desenvolvidas pela técnica de spray-drying

Micropartículas de aciclovir/quitosana de liberação prolongada foram desenvolvidas pela técnica de spray-drying, apresentando uma eficiência de encapsulação em torno de 90%. Os resultados obtidos por calorimetria exploratória diferencial (DSC), microscopia eletrônica de varredura (MEV) e difração de...

Descripción completa

Guardado en:
Detalles Bibliográficos
Autores principales: Stulzer, Hellen Karine, Tagliari, Mónika P., Silva, Marcos A. S., Laranjeira, Mauro C. M.
Formato: Articulo
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2007
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/7560
http://www.latamjpharm.org/trabajos/26/6/LAJOP_26_6_10_N2BSHXG37D.pdf
Aporte de:
Descripción
Sumario:Micropartículas de aciclovir/quitosana de liberação prolongada foram desenvolvidas pela técnica de spray-drying, apresentando uma eficiência de encapsulação em torno de 90%. Os resultados obtidos por calorimetria exploratória diferencial (DSC), microscopia eletrônica de varredura (MEV) e difração de raios-X de pó (DRX) apontaram a formação de um sistema amorfo. Nas análises obtidas por termogravimetria (TG) foi observado que as micropartículas são termicamente estáveis até a temperatura de 242,4 °C. Os espectros na região do infravermelho (IV) indicaram que não ocorreram interações químicas, entre o fármaco e a quitosana. O revestimento do aciclovir com o biopolímero promoveu uma liberação do fármaco por um período de 2 horas, seguindo o modelo proposto por Higuchi. Dessa forma, conclui-se que o revestimento além de propiciar uma liberação prolongada do fármaco, contribuiu para aumentar a solubilidade do mesmo, uma vez que as micropartículas desenvolvidas apresentaram caráter amorfo.