Avaliação da qualidade e perfil de dissolução de cápsulas manipuladas de Piroxicam
Diferentes ensaios de controle de qualidade foram realizados com cápsulas manipuladas de piroxicam, denominadas formulações A, B e C, as quais foram adquiridas no município de Florianópolis, SC, Brasil. As três formulações foram aprovadas nos ensaios de peso-médio e desintegração, entretanto, aprese...
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| Autores principales: | , , , , |
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| Formato: | Articulo |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2007
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/7528 http://www.latamjpharm.org/trabajos/26/5/LAJOP_26_5_1_1_5T0JLH9G75.pdf |
| Aporte de: |
| Sumario: | Diferentes ensaios de controle de qualidade foram realizados com cápsulas manipuladas de piroxicam, denominadas formulações A, B e C, as quais foram adquiridas no município de Florianópolis, SC, Brasil. As três formulações foram aprovadas nos ensaios de peso-médio e desintegração, entretanto, apresentaram algumas irregularidades nos outros ensaios de controle de qualidade. Modelos comparativos matemáticos e estatísticos foram utilizados para caracterizar os perfis de dissolução das cápsulas manipuladas e dos medicamentos de referência e genérico desse fármaco. As formulações A, B, C, de referência e genérico apresentaram diferentes eficiências de dissolução (25,02; 89,79; 84,07; 105,94; 95,95%, respectivamente). Os fatores de diferença (f1) e semelhança (f2), demonstraram que as formulações não podem ser consideradas intercambiáveis com os medicamentos de referência e genérico. Portanto, não é possível garantir equivalência terapêutica entre as cápsulas manipuladas e industrializadas deste fármaco. |
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