Influência da complexação com β-ciclodextrina sobre a liberação do acetato de dexametasona a partir de matrizes hidrofílicas de hidroxipropilmetilcelulose (HPMC) e polioxetileno (PEO)
O acetato de dexametasona (ADM), um fármaco de escassa solubilidade, foi incorporado em sua forma livre, complexada ou misturada fisicamente com β-ciclodextrina (βCD) em matrizes hidrofílicas de hidroxipropilmetilcelulose (HPMC) ou polioxetileno (PEO) em diferentes graus de viscosidade/peso molecula...
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| Autores principales: | , , , , , |
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| Formato: | Articulo |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2007
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/7508 http://www.latamjpharm.org/trabajos/26/4/LAJOP_26_4_1_5_6SE0433L7A.pdf |
| Aporte de: |
| Sumario: | O acetato de dexametasona (ADM), um fármaco de escassa solubilidade, foi incorporado em sua forma livre, complexada ou misturada fisicamente com β-ciclodextrina (βCD) em matrizes hidrofílicas de hidroxipropilmetilcelulose (HPMC) ou polioxetileno (PEO) em diferentes graus de viscosidade/peso molecular. A avaliação dos perfis de liberação in vitro indicou que as formulações mostraram-se eficazes na extensão da liberação do ADM, sendo a velocidade de liberação modificada como conseqüência da complexação. A aplicação de modelos matemáticos (zero ordem, Higuchi e Korsmeyer-Peppas) permitiu a caracterização da cinética de liberação, indicando que o método de complexação, polímero e viscosidade/peso molecular influenciaram os mecanismos pelos quais o fármaco foi liberado. Além disso, a equação de Weibull mostrou-se útil na diferenciação dos perfis de liberação de algumas formulações, quando os parâ- metros escala (α) e formato (β) foram avaliados |
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