Relações de dependência pessoal: totalidade social e dinâmica histórica na Alta Idade Média Ibérica
Se existisse para a historiografia do alto-medievo algo como o famoso o debate entre primitivistas e modernistas que divide o campo da historiografia dedicada à Antiguidade, o episódio acima seria uma peça central do mesmo. O exercício de imaginar como cada uma dessas correntes analisaria o relato a...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Formato: | Objeto de conferencia |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2013
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/74702 http://encuentrosocprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/ii-encuentro-2013/actas/a10.pdf/view |
| Aporte de: |
| Sumario: | Se existisse para a historiografia do alto-medievo algo como o famoso o debate entre primitivistas e modernistas que divide o campo da historiografia dedicada à Antiguidade, o episódio acima seria uma peça central do mesmo. O exercício de imaginar como cada uma dessas correntes analisaria o relato acima pode redundar em uma proposta de análise diversa. Assim, Primitivistas caracterizariam tal relato como uma aberração, sendo inconcebível a presença de mercadores oriundos de uma região tão distante quanto à Grécia e as menções explícitas a dinheiro. Estas desafiariam qualquer visão que projete uma imagem de Alta Idade Média pautada pela noção de economia natural.
Modernistas, por outro lado, requisitariam o relato como uma demonstração cabal da presença e importância de elementos como comércio e dinheiro, esquecendo que sua simples menção não deveriam implicar em uma transposição imediata das categorias modernas. O final do relato, no entanto, não poderia ser explicado nesse mesmo quadro de referências. |
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