Ecstasy: uma revisão sobre sua farmacologia e toxicidade
O uso de anfetaminas estimulantes é um fenômeno global. Pesquisas apontam o consumo crescente e difundido do ecstasy em vários países, estando relacionado com a tendência mundial das festas de música eletrônica, "raves". O ecstasy é um derivado da anfetamina, estando estruturalmente rela...
Guardado en:
| Autores principales: | , |
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| Formato: | Articulo |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2007
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/7455 http://www.latamjpharm.org/resumenes/26/1/LAJOP_26_1_5_1.pdf |
| Aporte de: |
| Sumario: | O uso de anfetaminas estimulantes é um fenômeno global. Pesquisas apontam o consumo crescente
e difundido do ecstasy em vários países, estando relacionado com a tendência mundial das festas de
música eletrônica, "raves". O ecstasy é um derivado da anfetamina, estando estruturalmente relacionado
com a mescalina, exercendo efeitos sobre o sistema serotonérgico e dopaminérgico. Os efeitos iniciais são
observados entre 20 a 60 minutos após a ingestão, com pico entre 60 e 90 minutos. Após o consumo de ecstasy, os efeitos adversos mais freqüentes são: taquicardia, aumento na pressão sanguínea, boca seca, diminuição
de apetite, alteração no humor, trismo e bruxismo. |
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