Preparação e caracterização de nanocápsulas contendo camptotecina a partir do ácido poli (D,L-lático) e de copolímeros diblocos do ácido Poli (D,L-lático) e polietilenoglicol

A camptotecina (CPT) é um fármaco de elevada atividade antitumoral cujo uso na terapêutica tem sido limitado devido a sua baixa solubilidade aquosa e elevada instabilidade após administração intravenosa. Buscando contornar estas limitações e melhorar a eficácia terapêutica, a encapsulação da camptot...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Loch Neckel, Gecioni, Lemos Senna, Elenara
Formato: Articulo
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2005
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/6770
http://www.latamjpharm.org/trabajos/24/4/LAJOP_24_4_1_3_2DS6LR487P.pdf
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Descripción
Sumario:A camptotecina (CPT) é um fármaco de elevada atividade antitumoral cujo uso na terapêutica tem sido limitado devido a sua baixa solubilidade aquosa e elevada instabilidade após administração intravenosa. Buscando contornar estas limitações e melhorar a eficácia terapêutica, a encapsulação da camptotecina em nanocápsulas convencionais e furtivas foi realizada, empregando o ácido poli (D,L-lático) (PLA) e copolímeros diblocos do ácido poli (D,L-lático) e polietilenoglicol (PLA-PEG). A eficiência de encapsulação da CPT variou de 76 a 97%, dependendo da formulação testada. Entretanto, a taxa de recuperação reduziu consideravelmente com o aumento da quantidade inicial de fármaco. As nanocápsulas foram avaliadas quanto as suas características físico-químicas e morfologia. A presença das cadeias de polietilenoglicol na superfície das nanocápsulas foi evidenciada pela redução de ambos diâmetro médio e potencial zeta. A liberação in vitro da CPT a partir das nanocápsulas não foi afetada pela natureza do polímero, mas a barreira polimérica retardou a liberação do fármaco.