Produtos à base de plantas medicinais comercializados em Pernambuco - Nordeste do Brasil

No Brasil existe um mercado sólido e crescente de produtos à base de plantas medicinais. Além das tradicionais ervarias, produtos industriais são vendidos livremente em drogarias e supermercados. Este estudo se propõe a realizar uma análise exploratória sobre os produtos à base de plantas comerciali...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Nascimento, Joao Eudes do, Uchôa Lacerda, Erlandson, Teixeira do Nascimento, Viviany, Melo, Joabe Gomes de, Souza Alves, Bruno de, Melo e Silva, Luis Gustavo de, Alves Ramos, Marcelo, Sampaio de Andrade Lima, Claudia, Albuquerque, Ulysses Paulino de, Cavalcanti de Amorim, Elba Lúcia
Formato: Articulo
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2005
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/6721
http://www.latamjpharm.org/trabajos/24/1/LAJOP_24_1_5_1_W5RES5N47F.pdf
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Descripción
Sumario:No Brasil existe um mercado sólido e crescente de produtos à base de plantas medicinais. Além das tradicionais ervarias, produtos industriais são vendidos livremente em drogarias e supermercados. Este estudo se propõe a realizar uma análise exploratória sobre os produtos à base de plantas comercializados em drogarias da cidade do Recife - estado de Pernambuco, Nordeste do Brasil. Em 54 estabelecimentos de duas grandes redes foi realizada coleta de dados com preenchimento de um formulário padronizado, em que foram transcritas as informações do rótulo de cada produto como nome, composição vegetal, forma farmacêutica e indicações terapêuticas. Estas informações foram organizadas em planilhas e trabalhadas estatisticamente, sendo possível avaliar a quantidade de produtos e plantas, formas de uso, processos tecnológicos utilizados e associações de espécies. Constatou-se que nestes estabelecimentos são comercializados 584 produtos, entre formas sólidas (285), líquidas (266) e semi-sólidas (33), sendo predominante o uso de baixa tecnologia e formas farmacêuticas simples, com um grande número de associações de espécies vegetais. A maioria desses produtos não atende as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) no que diz respeito ao uso de nomenclatura oficial adequada, e é constituída sem base científica, ficando evidente o descaso das indústrias com as determinações dos órgãos reguladores e a dúvida com relação à qualidade desses produtos.