Goma guar fosfatada: potencial excipiente no desenvolvimento de filmes isolados de etilcelulose

O uso de polissacarídeos tem atraído grande atenção no desenvolvimento de novos sistemas para liberação específica de fármacos. Esses polímeros estão disponíveis em abundância, a baixo custo, apresentando uma variedade de estruturas e propriedades, podendo ser facilmente modificados quimicamente,...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Codagnone, André Fabiano, Winkler Hechenleitner, Ana Adelina, Gómez Pineda, Edgardo Alfonso, Albuquerque Cavalcanti, Osvaldo
Formato: Articulo
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2004
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/6682
http://www.latamjpharm.org/trabajos/23/4/LAJOP_23_4_1_3_35KIC1X53Z.pdf
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Descripción
Sumario:O uso de polissacarídeos tem atraído grande atenção no desenvolvimento de novos sistemas para liberação específica de fármacos. Esses polímeros estão disponíveis em abundância, a baixo custo, apresentando uma variedade de estruturas e propriedades, podendo ser facilmente modificados quimicamente, ademais são dotados de degradação específica. A modificação química representa uma alternativa ao inconveniente causado pela elevada hidrossolubilidade destes produtos, a qual poderá ocasionar liberação prematura do fármaco. No presente estudo, a goma guar foi fosfatada com trimetafosfato trisódico, sendo em seguida associada a etilcelulose, visando a formação de filmes isolados. Os produtos resultantes foram caracterizados físico-quimicamente (IV TF e DSC), sendo também avaliada a transmissão de vapor de água (TVA) e o grau de intumescimento (Ii%). Os resultados mostraram a fosfatação da goma guar, além da redução do intumescimento e permeabilidade após reticulação. Estes resultados caracterizam maior potencial de aplicação da goma guar fosfatada para sistemas reservatórios orais em relação a goma natural.