Associação entre doses de nitrogênio e inoculação das sementes com bactéria diazotrópica no Milho
O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de milho e mais de 50% desta produção está concentrada no Cerrado. Esta produção está relacionada ao fornecimento adequado de nutrientes, especialmente o nitrogênio (N), que é fornecido via adubação mineral, contudo a inoculação das sementes com bactérias...
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| Autores principales: | , , , , , |
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| Formato: | Articulo |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2017
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/66492 http://revista.agro.unlp.edu.ar/index.php/revagro/article/view/269/1583 |
| Aporte de: |
| Sumario: | O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de milho e mais de 50% desta produção está concentrada no Cerrado. Esta produção está relacionada ao fornecimento adequado de nutrientes, especialmente o nitrogênio (N), que é fornecido via adubação mineral, contudo a inoculação das sementes com bactérias diazotrópicas tem complementado as necessidades da cultura. Neste estudo avaliou-se o desenvolvimento e a produção da cultura do milho cultivado com diferentes doses de N, na presença e ausência de Azospirillum. Com delineamento de blocos casualizados em esquema fatorial (5 x 2), sendo cinco doses de N (0, 50, 100, 150 e 200 kg ha-1), duas formas de inoculação da bactéria (1 – Com, 2 – Sem), com seis repetições. Mediu-se a altura da planta, inserção, comprimento e diâmetro da espiga, massa de mil grãos, percentual de grãos ardidos e produtividade. A inoculação das sementes de milho com a bactéria Azospirillum brasilense melhora a eficiência da planta na absorção do nitrogênio disponível. O diâmetro de espiga e a produtividade aumentaram linearmente com as doses de nitrogênio na presença da bactéria. A inoculação da semente com a bactéria não substitui o uso de fertilizantes nitrogenados, mas melhora a resposta da planta à adubação, especialmente em doses elevadas. |
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