Nanocápsulas poliméricas secas contendo indometacina: estudo de formulação e de tolerância gastrintestinal em ratos

Uma matriz 2<sup>3</sup> foi aplicada a formulações de nanocápsulas contendo indometacina, alterandose as concentrações de óleo, polímero e tensioativos em cada formulação. As suspensões foram nebulizadas usando dióxido de silício coloidal como adjuvante de secagem e analisadas quanto ao...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Raffin, Renata Platcheck, Obach, Eliane Sempe, Mezzalira, Graziela, Pohlmann, Adriana Raffin, Guterres, Sílvia Stanisçuaski
Formato: Articulo
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2003
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/6584
http://www.latamjpharm.org/trabajos/22/2/LAJOP_22_2_1_11_Y5RVM7UT7E.pdf
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Descripción
Sumario:Uma matriz 2<sup>3</sup> foi aplicada a formulações de nanocápsulas contendo indometacina, alterandose as concentrações de óleo, polímero e tensioativos em cada formulação. As suspensões foram nebulizadas usando dióxido de silício coloidal como adjuvante de secagem e analisadas quanto ao diâmetro de partícula, morfologia, teor de indometacina e pH. Os pós com menor concentração de óleo apresentaram dois padrões distintos de nanopartículas, enquanto os outros apresentaram apenas estruturas com diâmetros semelhantes aos das nanocápsulas em suspensão. Nebulizados de nanocápsulas, nanoesferas e nanoemulsão, também contendo indometacina foram testados quanto à toxicidade gastrintestinal em ratos. Apenas o nebulizado de nanocápsulas foi eficiente na proteção da mucosa intestinal.