Répteis Squamata de remanescentes florestais do campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal-RN, Brasil
Inventários faunísticos são fundamentais para o conhecimento da biodiversidade e, conseqüentemente, para o planejamento e tomada de decisões sobre estratégias de conservação. Para conhecer a diversidade e composição dos répteis Squamata, assim como a distribuição das espécies por microhábitat em trê...
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| Autores principales: | , , |
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| Formato: | Articulo |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2009
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/6483 http://www.aha.org.ar/es/cuadherpetol/repteis-squamata-de-remanescentes-florestais-do-campus-da-universidade-federal-do-rio-grande-do-norte-natal-rn-brasil.html |
| Aporte de: |
| Sumario: | Inventários faunísticos são fundamentais para o conhecimento da biodiversidade e, conseqüentemente, para o planejamento e tomada de decisões sobre estratégias de conservação. Para conhecer a diversidade e composição dos répteis Squamata, assim como a distribuição das espécies por microhábitat em três fragmentos florestais na área do Campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), efetuaramse excursões quinzenais diurnas, de março a junho de 2008. As buscas ativas foram realizadas ao longo de transecções percorridas aleatoriamente, efetuando-se os registros das espécies, dos microhábitats e do horário de observação. Um total de 92 espécimes, correspondentes a 10 espécies, foi coletados nas três áreas estudadas. A consulta da Coleção Herpetológica da UFRN possibilitou adicionar outras oito espécies, totalizando 18 espécies para o Campus da UFRN. As espécies mais abundantes foram Mabuya heathi, Hemidactylus mabouia e Tropidurus hispidus. O coeficiente de similaridade faunística binário de Sorensen mostrou 59 % de similaridade com os Squamata do Parque Estadual das Dunas do Natal (PEDN), área de conservação contígua com a área estudada. Apesar do grande adensamento urbano, os fragmentos florestais do Campus Central da UFRN abrigam espécies de formações abertas e de áreas florestadas, com destaque para os primeiros registros de Coleodactylus natalensis e de Amphisbaena heathi nessa vegetação relictual, fatos que justificam a preservação desses fragmentos em prol da manutenção destas espécies endêmicas do Rio Grande do Norte. |
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