Do higienismo não-intervencionista à urbanização de favelas: a política habitacional do Brasil (1850-2004)
Este artigo trata da habitação e das políticas habitacionais no Brasil desde um período que vem sendo chamado de higienista, a partir da segunda metade do século XIX, até as experiências relativamente recentes (2004) com urbanização de favela e lotes urbanizados. O texto foi dividido em quatro perío...
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| Autores principales: | , |
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| Formato: | Objeto de conferencia |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2014
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/55237 |
| Aporte de: |
| Sumario: | Este artigo trata da habitação e das políticas habitacionais no Brasil desde um período que vem sendo chamado de higienista, a partir da segunda metade do século XIX, até as experiências relativamente recentes (2004) com urbanização de favela e lotes urbanizados. O texto foi dividido em quatro períodos distintos. De 1900 a 1920, tem-se um período de dominação política das oligarquias rurais, em que se verificou a ausência do estado na área habitacional. De 1921 a 1963, período em que o modelo político vigente é denominado de populismo, este período de apoio às massas inicia, de modo mais amplo, no Brasil, a intervenção estatal no campo habitacional a nível federal pelos Institutos de Aposentadorias e Pensões e pela Fundação da Casa Popular. De 1964 a 1984, período em que os militares estiveram no poder, os esforços para tentar resolver o problema habitacional no país são centralizados pelo Banco Nacional de Habitação. Por fim, de 1985 até 2004, período em que houve uma abertura política e a volta do modelo democrático ao país, observamos uma descentralização das políticas habitacionais e um aumento da participação popular nas decisões. |
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