Hiperdia e atividade física no Brasil

Segundo a Organização Pan Americana de Saúde (OPAS), as Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) são as principais causas de morte e de incapacidade prematura na maioria dos países da América do Sul, incluindo o Brasil. O objetivo do estudo foi verificar a associação entre valores gastos em interv...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Dopp, Erik Vinicius de Orlando, Nascimento, Wedson Guimaräes, Nakamura, Priscila Missaki
Formato: Objeto de conferencia
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2015
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/55133
http://congresoeducacionfisica.fahce.unlp.edu.ar/publicaciones-11ocongreso/Mesa%2007_Dopp.pdf/view?searchterm=None
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Descripción
Sumario:Segundo a Organização Pan Americana de Saúde (OPAS), as Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) são as principais causas de morte e de incapacidade prematura na maioria dos países da América do Sul, incluindo o Brasil. O objetivo do estudo foi verificar a associação entre valores gastos em intervenções médicas aplicadas a hipertensão arterial e diabetes mellitus nas capitais dos 26 estados do país e no Distrito Federal com o nível de Atividade Física em adultos. Para tanto, foram adquiridos dados de adultos com idade a partir de 18 anos de ambos os sexos, cadastrados no programa de hipertensão arterial e diabetes mellitus do Sistema Único de Saúde (SUS), o HiperDia, no ano de 2014, mesmo ano da publicação da pesquisa VIGITEL, utilizado como parâmetro para os índices de atividade física das capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Os resultados demonstraram que quanto maior o nível de atividade física, menor é o gasto e o número de internações relacionadas à hipertensão e diabetes. Conclui-se que as variáveis encontramse de forma inversamente proporcional, assim ficando evidente o impacto positivo que a prática de Atividade Física desempenha nas intervenções associadas à hipertensão arterial e ao diabetes mellitus.