Projeto cores da terra: potencial da tinta de solo para a extensão rural
O solo, desde tempos pré-históricos, é utilizado para fabricação de tinta, sendo que a técnica do “barreado” já foi muito utilizada no meio rural brasileiro. No entanto, com o surgimento das tintas industrializadas, esta prática foi sendo substituída. Atualmente a tinta de solo ainda é utilizada em...
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| Autores principales: | , |
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| Formato: | Objeto de conferencia |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2015
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/55007 http://memoriasocla.agro.unlp.edu.ar/pdf/B5-330.pdf |
| Aporte de: |
| Sumario: | O solo, desde tempos pré-históricos, é utilizado para fabricação de tinta, sendo que a técnica do “barreado” já foi muito utilizada no meio rural brasileiro. No entanto, com o surgimento das tintas industrializadas, esta prática foi sendo substituída. Atualmente a tinta de solo ainda é utilizada em algumas comunidades devido ao baixo custo de produção. O “Projeto Cores da Terra” é desenvolvido no Espírito Santo pelo Instituto Capixaba de Pesquisa Assistência Técnica e Extensão Rural (INCAPER) em parceria com a Universidade Federal de Viçosa. Desde 2007, o INCAPER realiza oficinas, palestras e outras metodologias de extensão rural para divulgar o processo de fabricação de tinta com solo e seus potenciais de uso em pinturas imobiliárias e artesanatos. As oficinas desenvolvidas buscam resgatar e valorizar a sabedoria popular que reconhece os solos como componentes eficazes na produção de tintas ecológicas e de baixo custo. |
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