Parasitismo natural de <i>Spodoptera frugiperda</i> em milho

Avaliou-se a freqüência e diversidade de parasitoides associados a larvas de Spodoptera frugiperda. Para tanto, foram realizadas amostragens em campos experimentais de milho da Embrapa Soja (Londrina, PR, Brasil), no ano agrícola 2013. Duas áreas foram amostradas, e em cada uma delas foram coletadas...

Descripción completa

Guardado en:
Detalles Bibliográficos
Autores principales: Fernandes,Aline P., Bortolotto, Orcial C., Neto, Geraldo S., Bueno, Adeney de F.
Formato: Objeto de conferencia
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2015
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/53233
Aporte de:
Descripción
Sumario:Avaliou-se a freqüência e diversidade de parasitoides associados a larvas de Spodoptera frugiperda. Para tanto, foram realizadas amostragens em campos experimentais de milho da Embrapa Soja (Londrina, PR, Brasil), no ano agrícola 2013. Duas áreas foram amostradas, e em cada uma delas foram coletadas aproximadamente de 230 larvas, compreendendo os estádios fenológicos V3 a V12. As larvas foram criadas em laboratório a 25±2ºC, UR 70±10% e fotoperíodo de 14 horas, sendo alimentadas com dieta artificial e observadas diariamente. Os parasitoides mais freqüentes foram: Chelonus insulares (Cresson) (Hymenoptera: Braconidae), Campoletis flavicincta (Ashmead) (Hymenoptera: Ichneumonidae) e Archytas marmoratus (Townsend) (Diptera: Tachinidae). Foi observado que o parasitismo total foi de 26% na área 1 e 31,7% na área 2. Os parasitoides pertencentes a ordem Diptera foram mais abundantes na área 1 (76,5%), em contrapartida, na área 2, foram mais abundantes os parasitoides da ordem Hymenoptera (98,6%).