Fazer educação do espírito com Paul Valéry

O texto-ensaio <i>FAZER EDUCAÇÃO DO ESPÍRITO COM PAUL VALÉRY</i> investiga o fazer múltiplo de uma criatura de pensamento, o escritor Paul Valéry. O texto atua e opera uma comédia do espírito, através de um método do informe, em cruzamentos imaginativos, com a filosofia, com a literatura...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Campos, Maria Idalina Krause de, Corazza, Sandra Mara
Formato: Objeto de conferencia
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2014
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/51963
http://jornadassociologia.fahce.unlp.edu.ar/viii-jornadas/viii-jornadas-2014/PONmesa36Krause.pdf
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Descripción
Sumario:O texto-ensaio <i>FAZER EDUCAÇÃO DO ESPÍRITO COM PAUL VALÉRY</i> investiga o fazer múltiplo de uma criatura de pensamento, o escritor Paul Valéry. O texto atua e opera uma comédia do espírito, através de um método do informe, em cruzamentos imaginativos, com a filosofia, com a literatura e com a educação. A escrita, que opera com a leitura ― escrileitura ― é aqui tratada a partir da perspectiva valéryana, pesquisa um meio possível para um proceder potente em educação. A escrileitura é vista como uma atividade espiritual possível e permissiva às operações de consciência para ampliar o uso das faculdades intelectivas, com vistas a uma educação espiritual potente, oriundas de uma <i>self-variance</i> disciplinada e rigorosa. Este fazer corpo-espírito- mundo; produz tipos de personagens, extraídos de espiritografias de produção singular, que cultuam o intelecto na busca do Eu puro ― senhor de si ― e transitam aventureiramente por diversas áreas do saber. São arquiteturas de um Método que busca experimentar, movimentar pensamentos, utilizando o conhecimento como invenção para um fazer compositivo de escrita e com eles produzir meios, para possibilidades criadoras em educação. Estas operações de método do informe têm suas experimentações e pesquisas cultivadas dentro do projeto <i>Escrileituras: um modo de ler-escrever em meio à vida</i> do Observatório da Educação/CAPES/INEP - 2010. Terreno fértil e aberto ao esforço da criação, à variação espiritual, onde o serpensamento transforma-se e arrisca um novo olhar diante do espetáculo do mundo; para assim dizerse, autoeducar-se, explorando as potências da linguagem dentro de um processo de escrileituras.