Aristófanes e a guerra dos sexos em <i>Lisístrata</i>

Em <i>Lisístrata</i>, os homens usam armas mortais nos combates, as mulheres se servem da sensualidade e da sedução como instrumentos contra a mesma guerra, no plano sexual; no plano político, no entanto, elas se equiparam aos seus rivais, quando tomam a acrópole ateniense e a mantêm com...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Pompeu, Ana Maria César
Formato: Objeto de conferencia
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2012
Materias:
war
men
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/49536
http://coloquiointernacionalceh.fahce.unlp.edu.ar/6ciceh/actas/CesarPompeu.pdf
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Descripción
Sumario:Em <i>Lisístrata</i>, os homens usam armas mortais nos combates, as mulheres se servem da sensualidade e da sedução como instrumentos contra a mesma guerra, no plano sexual; no plano político, no entanto, elas se equiparam aos seus rivais, quando tomam a acrópole ateniense e a mantêm com o tesouro de guerra sob sua custódia. Na parábase, as mulheres apresentam um histórico da sua formação religiosa de cidadãs atenienses, que as autoriza a apresentar um discurso justo para Atenas. No <i>agón</i> elas precisam vencer os homens em ação e em palavras. O objetivo dessa comunicação é apresentar a importância do <i>agón</i> de <i>Lisístrata</i>, que, de acordo com alguns estudiosos, toma sua potência dos mais antigos rituais de embate entre as forças rivais da natureza, mas que principalmente contrói o gênero feminino como um rival à altura dos homens, através de paradigmas míticos.