Reputação, cooperação e defesa na América do Sul

Envolvida com os assuntos ligados à capacidade dos atores de cooperarem e agirem de acordo com os seus compromissos, minha proposta aqui é partir de um estudo das condições do projeto de integração na América do Sul segundo aspectos teóricos da cooperação ligados à reputação e à s oportunidades de l...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Evangelista Medeiros, Sabrina
Formato: Articulo
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2010
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/37606
http://www.iri.edu.ar/images/Documentos/CENSUD/boletines/23/art_evangelista.pdf
Aporte de:
Descripción
Sumario:Envolvida com os assuntos ligados à capacidade dos atores de cooperarem e agirem de acordo com os seus compromissos, minha proposta aqui é partir de um estudo das condições do projeto de integração na América do Sul segundo aspectos teóricos da cooperação ligados à reputação e à s oportunidades de liderança neste cenário, levando em conta, sobretudo, a reputação dos agentes e, em conseqüência, do regime em questão. A Assinatura do Tratado Constitutivo da União de Nações Sul-Americanas, em maio de 2008, embora muito recente, revigora o princípio baseado nestas referências de vizinhança. Embora o Sistema Inter-Americano esteja implementado desde antes da criação da Organização dos Estados Americanos - OEA, as bases que norteiam a cooperação intra-continental se aproximam, mas têm efeito estratégico distinto com a criação da Unasul. Pela primeira vez, um regime de integração de escala continental é implementado na América do Sul, por meio de proposição que se fez valer desde os idos de 2000, quando fora criado o projeto da IIRSA – Iniciativa para Integração da Infra-estrutura Regional Sul-Americana. <i>(Párrafo extraído del texto a modo de resumen)</i>