Uma imagem do acrobata: finitude e seu verso
A figura do acrobata é central no espetáculo circense. Seu fascínio se deve à relação que estabelece com a morte, e pelo modo como leva ao extremo as possibilidades de movimentação do corpo. Contemporaneamente, é a protagonista de grande parte dos espetáculos da empresa mundialmente conhecida como &...
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| Autores principales: | , |
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| Formato: | Objeto de conferencia |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2011
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/34556 |
| Aporte de: |
| Sumario: | A figura do acrobata é central no espetáculo circense. Seu fascínio se deve à relação que estabelece com a morte, e pelo modo como leva ao extremo as possibilidades de movimentação do corpo. Contemporaneamente, é a protagonista de grande parte dos espetáculos da empresa mundialmente conhecida como <i>Cirque Du Soleil</i>.
Visando compreender essa centralidade do acrobata, considera-se aqui os escritos de Walter Benjamin sobre a <i>história cultural do brinquedo</i> e os seus pressupostos teórico-metodológicos da <i>história memorialística do presente</i>. A partir desses escritos, toma-se o corpo como brinquedo e o circo como uma brincadeira que tem a potencialidade de renovação pelo reconhecimento e produção de semelhanças entre animalidade e humanidade; e observa-se a imagem do corpo circense, veiculada em parte de um dos espetáculos do <i>Cirque du Soleil</i>, como ponto inicial para refletir sobre a percepção da finitude no contemporâneo. |
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