Deficiência física e acessibilidad: um estudo sobre um equipamento nao específico de lazer em ouro preto

Este estudo, em andamento, discute deficiência física, acessibilidade e patrimônio histórico e cultural na cidade de Ouro Preto/ Brasil. Para isso foi escolhido um equipamento não específico de lazer, o Adro da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, por localizar-se na região central; atender a dois inte...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: do Carmo Silva, Simone, Rosa, Maria Cristina
Formato: Objeto de conferencia
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2011
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/34207
http://congresoeducacionfisica.fahce.unlp.edu.ar/9o-ca-y-4o-la-efyc/publicaciones-actas/do%20Carmo-%20Rosa.-M16.pdf
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Descripción
Sumario:Este estudo, em andamento, discute deficiência física, acessibilidade e patrimônio histórico e cultural na cidade de Ouro Preto/ Brasil. Para isso foi escolhido um equipamento não específico de lazer, o Adro da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, por localizar-se na região central; atender a dois interesses culturais do lazer, o artístico e o turístico; e por ser freqüentado por ouropretanos e turistas. Tem-se como objetivo refletir sobre acessibilidade arquitetônica nesse equipamento consoante as necessidades de preservação e conservação do patrimônio; compreender possibilidades de adaptação que não agridem a memória do lugar nem aos aspectos legais. Foi utilizada pesquisa bibliográfica; pesquisa de campo, com realização de observação direta, questionário e entrevista semi estruturada; e pesquisa documental. Constatou-se que os propostos na legislação federal sobre acessibilidade do deficiente e de preservação e conservação do patrimônio não possuem, em si, contradições, como é usualmente divulgado. Os impeditivos da realização de medidas que minimizem dificuldades de circulação do deficiente físico pela cidade, favoreçam a sua autonomia e possibilitem o direito à vivência do lazer apresentam-se especialmente na carência de conhecimento dessas leis e numa “negação” da dinamicidade sociocultural da cidade que pode promover mudança de paradigmas, possibilitando também ao deficiente físico vivenciar a cidade em suas diferentes funções: morar, circular, trabalhar e se divertir.