O desempenho de idosos praticante hidroginástica e não praticantes de exercício físico no testes de trilhas

Objetivo deste trabalho é comparar idosas praticantes e não praticantes de hidroginástica no desempenho de testes trilhas parte A e B. Metodologia: Foi comparado dois grupos de idosos, primeiro praticante de hidroginástica do projeto CELARI com a média de prática de 6,8 anos ± 4,1. O segundo, idosas...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Petri Diogo, Miranda
Formato: Objeto de conferencia
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2011
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/34157
http://congresoeducacionfisica.fahce.unlp.edu.ar/9o-ca-y-4o-la-efyc/publicaciones-actas/R-.Miranda%20Petry.-M11.pdf
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Descripción
Sumario:Objetivo deste trabalho é comparar idosas praticantes e não praticantes de hidroginástica no desempenho de testes trilhas parte A e B. Metodologia: Foi comparado dois grupos de idosos, primeiro praticante de hidroginástica do projeto CELARI com a média de prática de 6,8 anos ± 4,1. O segundo, idosas não praticantes de exercício físico. Para seleção e caracterização dos grupos utilizou-se Questionário sociodemográfico, aspectos gerais de saúde e escala de hábitos de leitura e escrita, MEEM e GDS-30. Para avaliar o desempenho da função executiva foi realizado o Testes de Trilhas- TMT (MONTIEL & CAPOVILLA, 2007). Para análise estatístico dos dados foi utilizado Shapirowhilk para normatização dos dados. Utilizou-se o teste de <i>t</i> Student e U-Mann Whitney para comparar duas médias de amostras independente para p < 0,05. Resultados: Verificou-se que os dados como idade, escolaridade, hábitos de escrita, de leitura e totais, MEEM, GDS – 30, não houve diferença entre os grupos. Justificando que a comparação dos dados nos testes neuropsicológicos não tiveram interferência dos dados acima. Nos TMT A não foi evidenciado diferença estatisticamente significativa (p = 0,301), mas no TMT B, o grupo de hidroginástica foi melhor do que o grupo não praticante de exercício físico, com o p = 0,015. Segundo o estudo de BARNES et al.(2003) as funções executivas mais complexas podem ser mais sensível ao exercício aeróbio. A prática de hidroginástica, através deste estudo, mostrou que pode contribuir para melhora cognitiva.