O movimento estudantil paranaense e as experiências do exílio no Cone Sul
A pretensão deste trabalho é a de analisar a partir dos documentos da Delegacia de Ordem Política e Social do Estado do Paraná (DOPS/PR) como a polícia política estava agindo na atividade de vigilância e repressão às ações estudantis antes e depois do golpe, focando as experiências dos estudantes qu...
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| Autores principales: | , |
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| Formato: | Objeto de conferencia |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2012
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/32161 http://jornadasexilios.fahce.unlp.edu.ar/i-jornadas/ponencias/FIUZA_y_BRAGGIO.pdf |
| Aporte de: |
| Sumario: | A pretensão deste trabalho é a de analisar a partir dos documentos da Delegacia de Ordem Política e Social do Estado do Paraná (DOPS/PR) como a polícia política estava agindo na atividade de vigilância e repressão às ações estudantis antes e depois do golpe, focando as experiências dos estudantes que se exilaram no Cone Sul. Nosso enfoque recai sobre os estudantes que organizados através do movimento estudantil, desde o final da década de 1950 e início de 1960, demonstraramse envolvidos com o amplo projeto em defesa do nacionalismo que abarcava vários movimentos sociais, desenvolvendo ações políticas e culturais em resposta ao contexto conflitante que envolvia questões sociais, econômicas, políticas, ideológicas e partidárias. |
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