Protocolo de Kyoto e o mercado da sustentabilidade

O artigo trata da questão da poluição atmosférica e do aquecimento global, fazendo um estudo do Protocolo de Kyoto e questões de natureza ética. Este artigo objetiva relacionar desenvolvimento sustentável, mecanismos de desenvolvimento limpo e mercado de créditos de carbono. Parte do pressuposto de...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Eufrásio, Carlos Augusto Fernandes, Caúla, Bleine Queiroz
Formato: Objeto de conferencia
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2012
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/26906
http://www.congresos.unlp.edu.ar/index.php/CCMA/7CCMA/paper/view/1162
Aporte de:
Descripción
Sumario:O artigo trata da questão da poluição atmosférica e do aquecimento global, fazendo um estudo do Protocolo de Kyoto e questões de natureza ética. Este artigo objetiva relacionar desenvolvimento sustentável, mecanismos de desenvolvimento limpo e mercado de créditos de carbono. Parte do pressuposto de que a busca de alternativas a um desenvolvimento econômico das nações em consonância com a manutenção do equilíbrio ambiental do planeta permeia, neste século, de forma muito mais incisiva do que em toda a história recente da Humanidade, as convenções da Organização das Nações Unidas (ONU) e as reuniões de países desenvolvidos e em desenvolvimento, na tentativa de construção e aprimoramento de alternativas viáveis e realizáveis ao modelo de desenvolvimento que se configure como economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente prudente e tolerável. A pesquisa é qualitativa, com levantamento bibliográfico e documental. Os resultados apontam que embora as atitudes sejam pioneiras e inovadoras, o ambiente reclama a criação de uma legislação específica do mercado de créditos de carbono. Existem poucas ações isoladas com o intuito de uma melhor adequação deste mercado á realidade mercadológica do país. Em verdade, tratase de uma crise civilizatória onde as questões éticas vêm sendo postergardas em favor de grandes interesses econômicos e políticos. Conclui-se que o aspecto saudável de toda essa discussão é que embora quase inexistente a parceria do Poder Público na regulação do mercado de créditos de carbono no Brasil, acredita-se no setor privado. Apesar da competitividade e sigilo de conhecimento de novas tecnologias, as empresas que desenvolvem atividades de projetos de Movimento de Desenvolvimento Limpo (MDL) no Brasil debatem, em sua grande maioria, com a sociedade e técnicos, maneiras de aperfeiçoamento de seus sistemas, experiências e dificuldades, preocupações e sucessos enquanto desbravadores das atividades de projetos de MDL, não mais reconhecendo velhos paradigmas de concorrência.