Flutuação populacional de Thaumastocoris peregrinus (Hemiptera: Thaumastocoridae) em plantio clonal de Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla em Alegrete, RS, Brasil

Insetos-praga exóticos têm causado danos significativos a plantios de Eucalyptus sp. no Brasil. Destacando-se Thaumastocoris peregrinus que está se disseminando rapidamente, tendo sido registrado em vários estados brasileiros. A fim de estabelecer formas de controle alternativas menos agressivas ao...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Garlet, Juliana, Costa, Ervandil C., Boscardín, Jardel, Machado, Dayanna do Nascimento, Pedron, Leandra
Formato: Objeto de conferencia
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2012
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/26684
http://www.congresos.unlp.edu.ar/index.php/CCMA/7CCMA/paper/view/936
Aporte de:
Descripción
Sumario:Insetos-praga exóticos têm causado danos significativos a plantios de Eucalyptus sp. no Brasil. Destacando-se Thaumastocoris peregrinus que está se disseminando rapidamente, tendo sido registrado em vários estados brasileiros. A fim de estabelecer formas de controle alternativas menos agressivas ao ambiente faz-se necessário um monitoramento constante destas espécies, buscando conhecer sua dinâmica populacional, e possíveis predadores. Assim o objetivo deste estudo é avaliar a flutuação populacional de T. peregrinus e a sua relação com as variáveis meteorológicas em plantio de E. grandis x E. urophylla, em Alegrete, RS. Este levantamento foi realizado em um talhão clonal de E. grandis x urophylla de dois anos de idade, localizado no município de Alegrete, Rio Grande do Sul, Brasil. Os insetos foram coletados diretamente dos galhos das plantas de eucalipto, baseado em um plano de amostragem. As coletas foram realizadas mensalmente entre setembro de 2008 e agosto de 2009. O total de T. peregrinus coletados foi de 888 indivíduos, variando de 10 a 250 insetos por coleta, sendo que em todas as coletas foram encontrados adultos e ninfas. O pico populacional do inseto ocorreu nos meses de janeiro a março, sendo que em fevereiro, atingiu seu acme máximo. Observa-se uma forte correlação positiva entre o número de insetos coletados e as temperaturas médias, máximas e mínimas no período do levantamento. Assim, pelos dados obtidos neste levantamento, temperaturas altas e aparente diminuição na umidade relativa, constituem características ideais para desenvolvimento e reprodução de T. peregrinus na região em estudo.