Uso do pó fluorescente no estudo de rastreamento de serpentes na Floresta Atlântica, Nordeste, Brasil
São poucos os trabalhos sobre rastreamento de serpentes e esse número torna-se ainda mais reduzido quando se trata da Mata Atlântica no Brasil. Existem relativamente poucas metodologias para se realizar esses estudos e grande parte dos pesquisadores recorrem à radiotelemetria quando possível. Neste...
Guardado en:
| Autores principales: | , , |
|---|---|
| Formato: | Articulo |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2021
|
| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/168045 |
| Aporte de: |
| Sumario: | São poucos os trabalhos sobre rastreamento de serpentes e esse número torna-se ainda mais reduzido quando se trata da Mata Atlântica no Brasil. Existem relativamente poucas metodologias para se realizar esses estudos e grande parte dos pesquisadores recorrem à radiotelemetria quando possível. Neste trabalho utilizamos o pó fluorescente em serpentes, vislumbrando estudos sobre deslocamento, ocupação e área de uso, bem como comparamos a técnica quanto aos pontos positivos e negativos com outros métodos. Foram acompanhados 16 indivíduos de nove espécies, em coletas ocorridas bimestralmente entre 2016 e 2017, em um fragmento urbano de mata atlântica no Parque Estadual de Dois Irmãos, no nordeste do Brasil. O rastreamento resultou em uma área percorrida de até 23 m, na qual as espécies terrestres tiveram seus rastros mais facilmente identificados. A umidade do ar e a heterogeneidade do ambiente florestado parecem ser as principais causas da perda dos rastros em floresta. O pó fluorescente é um método de baixo custo e não invasivo que fornece detalhes do deslocamento das serpentes, todavia é limitado quanto à durabilidade dos rastros. |
|---|