The shape of interstellar dust grains
Analisa-se a evolucao da forma de um grao de poeira interestelar a medida que ele cresce acretando novas moléculas. Pode se considerar entao un grao típico num certo estagio como urna mera superficie rígida provendo os sitios de adsorao para a próxima camada externa. Esta nova camada provera, ao seu...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Formato: | Articulo Comunicacion |
| Lenguaje: | Español |
| Publicado: |
1994
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/159704 |
| Aporte de: |
| Sumario: | Analisa-se a evolucao da forma de um grao de poeira interestelar a medida que ele cresce acretando novas moléculas. Pode se considerar entao un grao típico num certo estagio como urna mera superficie rígida provendo os sitios de adsorao para a próxima camada externa. Esta nova camada provera, ao seu devido tempo, os sitios de adsorcao para a camada subsequente. Asim, e de se esperar que a sua densidade superficial esteja fortemente relacionada com a forma final do grao. A superficie do grao em rotacao e considerada como urna grilha reticular plana de M nodos independentes, distinguiveis e equivalentes com N moléculas adsorvidas, as quais sao tratadas como um gas bidimensional. A analise mostra as condicoes sob as quais um grao de urna dada forma e momento angular inicial tende a crescer elongado ou esferoidal (e a forma final do objeto) quando acreta moléculas de temperatura T. |
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